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25/09 - Grupo religioso pede na Justiça que freiras possam usar véu na foto da CNH
Denatran proíbe o uso de 'chapéus, bones e outros' na foto da habilitação. Ação foi negada na justiça em primeiro grau, mas teve seguimento no Tribunal Regional Federal, que determinou a validade do pedido. Grupo religioso pede que freiras possam usar véu na foto da CNH Dhavid Normando/Futura Press/Folhapress O grupo religioso Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada entrou com ação pública pedindo que freiras possam usar o hábito, conhecido como véu, na hora de tirar a fotografia para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A ação, apresentada em janeiro de 2019 não foi aceita pela justiça de primeiro grau, que entendeu que o pedido era de interesse individual das religiosas e não fazia parte das finalidades da associação religiosa. Com a participação do Ministério Público Federal, uma nova ação foi encaminhada ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que deu seguimento ao pedido e encaminhou a ação de volta à primeira instância, onde deverá ser julgada novamente. No processo, o Ministério Público alegou que entre as finalidades da instituição, “estão tarefas que indicam a necessidade da condução de automóveis, como a prestação de ajuda a urgências eclesiais ou humanitárias, a realização de serviço e atividades sociais e pastorais”. De acordo com a portaria 1.515 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), é proibido o uso de “chapéus, bonés e outros” na foto do documento de motorista. VÍDEO: os mais vistos do G1 Carros
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25/09 - Citroën faz recall de C4 Lounge, DS3, DS4 e DS5 por 'airbags mortais'
Falha pode lançar fragmentos metálicos contra passageiros e ocupantes, com risco de vida para quem estiver dentro dos carros; veja os chassis envolvidos. Citroën C4 Lounge 2017 Divulgação A Citroën convocou nesta sexta-feira (25) os veículos C4 Lounge, DS3, DS4 e DS5 para reparo por apresentam problema no airbag. De acordo com a montadora, o defeito pode trazer "risco de morte" para o motorista e ocupantes. Após morte por defeito em airbag de Celta, GM convoca recall de 235 mil veículos Veja os chassis envolvidos no recall C4 Lounge data de fabricação: 04/04/2013 até 12/04/2017 chassis de EG500080 até JG500699 DS3 data de fabricação: 22/11/2011 até 07/09/2016 chassis de CW501041 até HW500613 DS4 data de fabricação: 18/06/2012 até 11/05/2015 chassis de CY571921 até GY500172 DS5 data de fabricação: 13/03/2012 até 19/01/2017 chassis de DS500004 até JS500005 No comunicado a empresa informa que, em caso de colisão com intensidade suficiente para acionamento do sistema de airbag, pode ocorrer rompimento do insuflador e a possível projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo. Esse defeito poderá ocasionar danos físicos e/ou materiais aos ocupantes do mesmo e, em casos extremos, risco de morte, disse a montadora. A falha é a mesma vista no maior recall da história, dos airbags da Takata, mas ainda não há uma confirmação oficial de que os itens são da fabricante japonesa. O G1 procurou a Citroën para mais esclarecimentos, mas ainda não havia uma resposta até a última atualização desta reportagem. Como fazer o reparo Os proprietários dos veículos envolvidos deverão agendar junto a uma concessionária da marca a verificação e substituição, se necessário, do airbag do motorista para os modelos C4 Lounge DS4 e DS5 e, dos airbags frontais do motorista e do passageiro para o modelo DS3. Para agendamento e mais informações a empresa disponibiliza o telefone 0800 011 8088 e o site www.citroen.com.br. Entende o defeito dos 'airbags mortais' Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls Assista mais vídeo de VEÍCULOS no G1 Initial plugin text
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25/09 - Audi lança programa de carro por assinatura com modelo elétrico e mensalidades a partir de R$ 9.590
Em fase de testes, serão 20 unidades dos modelos A6, A7, Q8 e e-tron. Público-alvo, segundo empresa, são executivos de grandes empresas. Audi E-Tron é um dos carros por assinatura oferecidos pela Audi Fábio Tito/G1 A Audi anunciou nesta quinta-feira (24) o lançamento de um programa de aluguel de carros por assinatura. Buscando um público com renda bastante elevada, a empresa escolheu alguns de seus modelos mais caros, como A6, A7, Q8 e e-tron. Por isso, as mensalidades não são baratas, e começam em R$ 9.590. Audi ameaça fechar fábrica no Brasil se não receber de volta impostos pagos Locadoras 'turbinam' vendas, viram rivais de concessionárias e mudam jeito de ter carro Segundo a Audi, o objetivo é atrair principalmente grandes empresas que buscam veículos para seus executivos de alto escalão. Porém, o programa também é aberto para pessoas físicas. A única limitação, por enquanto, é a disponibilidade de carros. Até dezembro, estarão disponíveis 20 unidades, todas oferecidas em concessionárias na Grande São Paulo. A empresa tem a expectativa de conseguir alugar todos os modelos até meados de novembro. Daniel Rojas, diretor de vendas da Audi do Brasil afirmou que há cerca de 35 clientes interessados até agora. Audi Q8 Divulgação/Audi “Poderíamos começar com 100 veículos, mas preferimos começar com 20 para estarmos mais próximos dos clientes, entender o que funciona, o que não funciona e termos algo mais sólido para o futuro”, disse Johannes Roscheck, presidente da Audi do Brasil. Os contratos têm duração de 24 meses. Nesse tempo, os clientes podem rodar até 48 mil km, média de 2 mil km mensais. Se quiser devolver o carro antes desse período, o locatário deve pagar multa. Ela é de 50% das parcelas restantes, caso o cancelamento aconteça no primeiro ano, e de 35% a partir do 13º mês. Por outro lado, ao final dos 2 anos ainda existe a opção de compra do veículo. Nesse caso, o valor é baseado na tabela Fipe, mas com desconto de 12%. A mensalidade inclui, além do próprio veículo, seguro, manutenção, IPVA e licenciamento. Veja os preços para cada modelo: A6 - R$ 9.590 e-tron Performance - R$ 9.990 e-tron Performance Black - R$ 10.590 A7 Sportback - R$ 10.990 Q8 Performance - R$ 12.590 Q8 Performance Black - R$ 13.290 VÍDEO: G1 já andou no e-tron Conheça o E-tron, o carro elétrico sem retrovisor da Audi Toyota também aluga carros Esta não é a primeira vez que uma fabricante oferece aluguel de veículos diretamente ao cliente, sem uma locadora. Desde o ano passado, a Toyota possui um serviço de locação. A diferença, além do público alvo, é que o aluguel pode ser feito por hora, dias ou semanas, e não de tão longo prazo, como na Audi. Chamado de Kinto Mobility, o serviço da Toyota oferece desde modelos de entrada, como Etios, cuja diária é de R$ 119, até carros de luxo da Lexus, como o ES 300h, com diárias de R$ 532. Playlist: veja todos os vídeos de carros
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25/09 - Ferrari revela modelo feito sob encomenda para cliente europeu
Omologata foi desenvolvida com base na 812 Superfast e levou dois anos para ficar pronta. O motor é um V12. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari A Ferrari revelou nesta sexta-feira (25) o superesportivo Omologata, feito exclusivamente para um cliente europeu da marca. Assim como a identidade do comprador, o valor pago para ter o modelo sob encomenda não foi revelado. Ferrari faz seu primeiro lançamento online e mostra a nova Portofino M Produzida a partir da 812 Superfast, com carroceria de alumínio, a Omologata levou mais de dois anos para ser finalizada desde a apresentação dos primeiros esboços. A equipe de design foi liderada por Flavio Manzoni. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari As únicas peças compartilhadas sem alterações com o modelo de origem são o para-brisa e os faróis — isso sem falar do motor 6.5 V12 de 800 cv de potência e 73,2 kgfm de torque. O restante é exclusivo, incluindo a tonalidade de vermelho da carroceria. De acordo com a marca, a inspiração do desenho do "one-off" (como se chamam os modelos únicos) veio da história de 70 anos dos esportivos de corrida da Ferrari. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari "Um carro que está tão à vontade nas ruas quanto na pista nas mãos de um verdadeiro piloto", disse a italiana em um comunicado. "Satisfazer todas as restrições de segurança para homologação de rua sem interferir na usabilidade e tratabilidade de uma Ferrari é sempre um grande desafio", completou. O interior da Omologata foi revelado apenas em imagens de detalhes, mostrando o acabamento que mistura couro, jeans, fibra de carbono e metal, além de elementos em azul. Entre as inspirações para a cabine estão os modelos 250 LM e 250 GTO, das décadas de 1950 e 1960. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari VÍDEO: G1 conheceu a Ferrari Portofino no lançamento, em 2017 G1 no Salão de Frankfurt: Conheça a Portofino, novo modelo de entrada da Ferrari
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24/09 - Audi ameaça encerrar produção de veículos no Brasil se não receber de volta impostos pagos
Empresa investiu R$ 500 milhões em fábrica inaugurada em 2015 no Paraná. Agora, espera ter parte do valor para liberar novos investimentos com a matriz. Fábrica da Audi no Paraná Divulgação Após investir R$ 500 milhões para reativar a fábrica de veículos no Brasil, a Audi pode novamente encerrar a produção em São José dos Pinhais (PR), onde a empresa divide linhas de produção com a Volkswagen. A montadora espera receber de volta do governo parte do valor aplicado no local, como previa o regime automotivo brasileiro na época da construção da fábrica, inaugurada em 2015. “Assinamos um compromisso de pagar para receber de volta. E, até agora, não temos uma decisão", disse o presidente da Audi do Brasil, Johannes Roscheck. "É difícil convencer a matriz a investir novamente em um mercado que não tem compromisso." O investimento da Audi para construir carros no país foi a resposta para o regime automotivo vigente no Brasil entre 2013 e 2017. Chamado de InovarAuto, o programa dizia que as empresas que importassem carros pagariam 30 pontos percentuais extras de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Para não serem sobretaxadas, além da Audi, marcas de luxo como Mercedes-Benz, BMW e Jaguar Land Rover investiram mais de R$ 1,6 bilhão para erguer fábricas no país. Elas foram inauguradas entre 2014 e 2016. Audi voltou a produzir carros no Brasil em 2015 Divulgação Qual o valor esperado? Porém, a Audi reclama que parte do valor recolhido em impostos por ela e outras empresas não foi devolvido. Segundo Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais da fabricante, o retorno esperado pelas 3 marcas alemãs que ergueram fábricas no país (BMW e Mercedes-Benz, além da própria Audi), é de R$ 289 milhões. O executivo não detalhou qual seria a parcela da Audi, mas disse que a manutenção da produção depende de uma resposta do governo. “Se tivermos uma sinalização de que esse dinheiro irá voltar, mesmo que seja em 10 anos, seria uma visão para dar para a matriz e serviria como fator de decisão da continuidade [da produção]”, disse o executivo. Essa “sinalização” inclusive pode ser o gatilho para que a empresa faça novos investimentos no Paraná e siga com a produção de veículos. Pausa programada De qualquer forma, já estava prevista uma pausa na produção ao longo de 2021. Isso porque o A3 Sedan, único modelo a ser produzido no local, deixará de ser fabricado em dezembro. Se a Audi decidir continuar a produção no Brasil, serão necessários investimentos extras para adequar a linha, já que qualquer novo modelo a ser feito no país terá plataforma mais moderna e novos recursos tecnológicos em relação ao A3 Sedan. Esse processo, de acordo com Roscheck, leva, pelo menos, um ano. Mesmo se a Audi decidir seguir produzindo no Brasil, não há clareza sobre quais modelos serão feitos no Paraná. Os favoritos são A3 Sedan e Q3, que já eram fabricados em São José dos Pinhais. Desde o começo do ano, a nova geração do Q3 chega ao Brasil importada da Hungria. O mesmo vai acontecer com o A3 Sedan. A partir do ano que vem, o modelo renovado será importado. Nova geração do Audi A3 Sedan chegará ao Brasil importada Divulgação VÍDEO: veja como anda o e-tron SUV elétrico da Audi Conheça o E-tron, o carro elétrico sem retrovisor da Audi VÍDEOS: veja o conteúdo do G1 Carros
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24/09 - Ex-presidente da Volkswagen será julgado por manipulação de preços no caso 'dieselgate'
Tribunal alemão manteve inicialmente a acusação de fraude contra Martin Winterkorn, mas ele também será julgado por manipulação do mercado de ações. Martin Winterkorn, ex-presidente da Volkswagen, em imagem de 2017 Odd Andersen/AFP Martin Winterkorn, o ex-presidente da Volkswagen acusado pela justiça no caso 'dieselgate', terá que responder a uma nova acusação de manipulação de mercado, anunciou nesta quinta-feira (24) o tribunal de Brunswick. O tribunal manteve inicialmente a acusação de fraude contra Winterkorn, mas ele também será julgado por manipulação do mercado de ações, anunciou o tribunal. Volks faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante a ditadura Depois de examinar a acusação do MP, o tribunal considerou que Winterkorn "intencionalmente não informou tempo o mercado de capitais" sobre o risco de uma multa, conhecido "desde a primavera de 2015", por causa de 500.000 veículos manipulados que foram introduzidos no mercado americano. A manipulação dos softwares dos veículos a diesel foi anunciada em uma nota publicada em 18 de setembro de 2015 pela agência ambiental dos Estados Unidos (EPA). As empresas cotadas na Bolsa são obrigadas a publicar comunicados aos investidores sobre qualquer acontecimento que possa influenciar no preço das ações. Uma fonte próxima a Volkswagen explicou à AFP que os diretores do grupo, ao examinarem o caso dos motores supostamente manipulados nos Estados Unidos em julho de 2015, estimaram que uma eventual multa não seria de valor significativo a ponto de exigir uma comunicação imediata ao mercado. Finalmente, o grupo teve que concordar em junho de 2016 com uma compensação de US$ 14,7 bilhões para compensar os clientes nos Estados Unidos. Assista a vídeos de CARROS e MOTOS no G1 Initial plugin text
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24/09 - Novos BMW M3 e M4 chegam com até 510 cv de potência e câmbio manual
Mesmo com os atributos mecânicos, o visual polêmico deverá marcar a nova geração dos esportivos. BMW M3 Divulgação/BMW A BMW revelou as novas gerações de M3 e M4, que chegarão ao mercado europeu em 2021 com uma diversificada gama de configurações entre motor e câmbio - entre elas, a oferta de transmissão manual. O visual dos esportivos, por sua vez, promete causar polêmica. M8 Gran Coupé Competition custa R$ 1,1 milhão e tem 81 cores diferentes Tanto o sedã M3 (em verde nas imagens), quanto o cupê M4 (de cor amarela), terão 3 versões diferentes cada, todas equipadas com um motor 3.0 biturbo de 6 cilindros em linha. BMW M4 Divulgação/BMW A primeira terá 480 cavalos de potência, 56,1 kgfm de torque, câmbio manual de 6 marchas e tração traseira. Com esse conjunto, os modelos vão de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos. Segundo a marca, a transmissão manual é 22 kg mais leve do que a automática. A segunda, Competition, terá 510 cv de potência, 66,3 kgfm de torque, câmbio automático de 8 marchas e tração traseira, e irá de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos. Posteriormente, uma terceira configuração adicionará à Competition a tração integral. BMW M4 Divulgação/BMW Os esportivos serão equipados com suspensão esportiva M adaptativa, com amortecedores controlados eletronicamente, além de sistemas de frenagem com discos dianteiros de 380 mm e traseiros de 370 mm. Como opcionais, estarão disponíveis os freios de cerâmica com discos de 400 mm na dianteira e 380 mm na traseira. De acordo com a BMW, o controle de tração oferece um ajuste de sensibilidade de subesterço e sobresterço em 10 estágios diferentes. BMW M3 Divulgação/BMW Ousadia no visual Se a mecânica e os números dos novos M3 e M4 enchem os olhos de qualquer um, o desenho deverá dividir opiniões. Isso porque a BMW investiu na versão mais moderna do "duplo rim", que vai do capô até a parte inferior do para-choque. BMW M3 Divulgação/BMW A nova grade era esperada para o M4, uma vez que ela já está nas versões convencionais do Série 4. No M3, porém, a dianteira não guarda nenhuma semelhança com as demais versões do Série 3. O teto dos esportivos é de fibra de carbono sem pintura, enquanto as rodas de liga leve são forjadas. BMW M3 Divulgação/BMW O interior do modelo pode ser personalizado ao gosto do comprador, misturando cores e materiais. Nas imagens, o interior de tons de preto e marrom são do sedã M3, enquanto o que mistura azul e amarelo é do cupê M4. Entre os equipamentos de série estão o quadro de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas, central multimídia com tela de 10,25 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay (este último com conexão sem fio), e comandos de voz. BMW M4 Divulgação/BMW BMW M3 Divulgação/BMW
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24/09 - Mercedes-Benz do Brasil cria pela 1ª vez cabine para caminhão europeu e descarta veículos a gás no país
Líder do mercado local afirma ainda não ter previsão de quando venderá caminhões elétricos por aqui. Mercedes-Benz Actros F com cabine desenvolvida no Brasil Divulgação Prestes a completar 65 anos, a filial brasileira da Mercedes-Benz comemora que, pela primeira vez, participou ativamente do desenvolvimento de um produto que será produzido e vendido na Europa. É o Actros F, apresentado nesta quarta-feira (23) em evento virtual realizado pela Daimler, dona da Mercedes. A partir do início de 2021, ele será vendido em 24 países europeus, além de alguns outros mercados fora do continente. O caminhão é uma versão de entrada do extrapesado Actros, o topo de linha da Mercedes. A diferença é que a nova configuração utiliza uma cabine desenvolvida pela engenharia brasileira – mais baixa do que a original, criada para a Europa. Visualmente, é possível notar a diferença na grade - a versão europeia tem uma fileira extra. Mercedes-Benz Actros europeu é mais alto - e tem grade frontal com uma fileira a mais Divulgação “Esse é um projeto muito especial, e toda equipe de engenharia fez um ótimo trabalho”, disse Karl Deppen, presidente da Mercedes-Benz do Brasil. A ideia de criar uma cabine diferente surgiu cerca de cinco anos atrás, quando a equipe brasileira viajou para a Alemanha para conhecer a nova geração do Actros. “Quando vi a cabine que teríamos disponível no Brasil e andamos no caminhão, ficou evidente que teríamos restrições de altura em alguns locais de carregamentos com bases antigas”, disse Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz. Após reuniões com a matriz, o desenvolvimento de uma cabine 16,5 cm mais baixa foi aprovado – e consumiu parte dos R$ 1,4 bilhão usados na criação do novo Actros. “Se não tivéssemos que desenvolver a cabine, teríamos gastado menos”, disse Leoncini. O investimento extra, porém, se transformou em interesse da matriz pouco tempo depois. “Eles começaram a fazer pesquisas de mercado e descobriram que haveria oportunidade de oferecer em alguns países”, completou. Com isso, a criação brasileira será produzida também na Alemanha. Além de oferecer maior conforto e estabilidade para os caminhoneiros do Brasil, o Actros mais baixo ainda proporciona uma redução de 1% no consumo de combustível. Parece pouco, mas em uma frota de 200 caminhões, a economia em um ano pode chegar a R$ 500 mil – valor próximo ao preço inicial de um Actros zero. Elétricos para europeus O Actros F é apenas um dos recentes lançamentos da divisão de caminhões da Mercedes-Benz. Se o mundo não estivesse atravessando uma pandemia, ele seria apresentado no maior salão de veículos comerciais do mundo, o IAA, realizado a cada dois anos em Hannover. Porém, com o cancelamento do evento, a Mercedes resolveu realizar seus lançamentos de forma virtual. Na última semana, por exemplo, a empresa mostrou dois conceitos que não emitem poluentes. Um deles é a versão elétrica de longa autonomia do Actros – que pode percorrer até 500 km com uma carga da bateria. Seu lançamento está previsto para 2024. Caminhão elétrico da Mercedes-Benz para longas distâncias Divulgação A outra aposta, ainda mais ousada, é uma versão a hidrogênio, chamada de GenH2, que pode rodar até 1.000 km usando o combustível em estado líquido. Ele armazena o hidrogênio em tanques semelhantes aos de diesel, mas que preservam a temperatura do combustível em 253°C negativos, próximo ao zero absoluto. Antes da injeção, o hidrogênio é aquecido, e, em forma de gás, entra no sistema de célula de combustível. O residual expelido pelo escape é vapor de água. Mercedes-Benz GenH2 Divulgação O objetivo da Mercedes-Benz é iniciar os testes do GenH2 em 2023, e colocar o caminhão no mercado na segunda metade da década. Só que esses planos não incluem o Brasil. Ao menos por enquanto. “Gostaria de vender no Brasil. Mas a pergunta é: quando?”, afirmou Stefan Buchner, chefe mundial da Mercedes-Benz Trucks. O próprio executivo, que vai se aposentar no início de outubro, depois de 35 anos na empresa, respondeu que ainda não há uma estimativa de prazo para isso aconteça. E justificou: “Estamos realmente focados nisso. Mas a infraestrutura ainda não existe no Brasil. Nós vamos continuar observando atentamente. E, quando a infraestrutura estiver pronta, nós estaremos prontos para, em um tempo muito curto, disponibilizar a tecnologia”, disse Buchner. Sem a presença da Mercedes, o mercado de caminhões elétricos no Brasil ainda “engatinha”. Atualmente, há um modelo do tipo à venda. O segundo está na reta final de desenvolvimento. Volkswagen e-Delivery Marcelo Brandt/G1 O primeiro a chegar às lojas foi o Jac iEV 1200T, um modelo de 8 toneladas que custa R$ 350 mil. O G1 já testou. O segundo, porém, apesar de ainda não estar disponível, foi totalmente desenvolvido no Brasil – e também será fabricado por aqui. É o Volkswagen e-Delivery, que chega no ano que vem em versões de 11 e 13 toneladas, e que também já foi avaliado pelo G1. G1 testa caminhão elétrico criado no Brasil Gás não é solução Outra aposta das fabricantes para reduzir a emissão de CO2 é o uso do gás como combustível. A Scania lançou no ano passado uma linha de caminhões com essa tecnologia. Na ocasião, o diretor comercial da empresa, Silvio Munhoz afirmou que esta seria uma opção para reduzir as emissões enquanto os elétricos não são viáveis no Brasil. Scania R410 movido a GNV Divulgação De acordo com a empresa sueca, os motores podem receber gás natural veicular, já encontrado em cerca de 1,3 mil postos no Brasil, e gás natural liquefeito, que ainda não é distribuído regularmente. Questionado se a Mercedes poderia seguir pelo mesmo caminho no Brasil, a resposta do chefe global da divisão de caminhões foi enfática. “Nós estamos completamente cientes de que temos competidores [que usam essa tecnologia] no Brasil, mas não só aí. Mas decidimos não desenvolver a tecnologia a gás porque ela não é livre de emissões CO2. É uma tecnologia que não é o futuro. Por isso, decidimos ir para o caminho dos veículos elétricos com bateria e com célula de combustível”. O presidente da filial brasileira ainda ressaltou que, ao menos por enquanto, a Mercedes irá continuar investindo em motores a diesel. “Diesel ainda é importante no futuro para pelo menos em alguns países fora da Europa e da Ásia. E por isso, é nosso dever desenvolver esse tipo de motor.” VÍDEOS: veja mais conteúdos sobre caminhões
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23/09 - Volkswagen faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante a ditadura
Montadora fará doações para ex-funcionários que foram alvo de perseguições e para iniciativas que preservam a memória histórica. Relatório de 2017 apontou que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica no ABC paulista. Volkswagen faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante ditadura A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (23) um acordo com o Ministério Público Federal em São Paulo para reparar sua conduta durante a ditadura no Brasil. Com isso serão encerrados três inquéritos civis que tramitam desde 2015 para investigar o assunto. O cumprimento será em janeiro de 2021. No Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a montadora se compromete a doar R$ 36 milhões para iniciativas ligadas à defesa de direitos humanos, investigação de crimes da época e à memória histórica. Parte desse montante (R$ 16,8 milhões) irá para a associação de trabalhadores da empresa, visando, principalmente, "ex-trabalhadores da Volkswagen do Brasil - ou seus sucessores legais - que manifestaram terem sofrido violações de direitos humanos durante a ditadura", disse a companhia. Um relatório de 2017, feito por um historiador alemão a pedido da empresa, apontou que a Volkswagen 'foi leal' ao governo militar e que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). "Com este acordo, a Volkswagen quer promover o esclarecimento da verdade sobre as violações dos direitos humanos naquela época", comunicou a montadora alemã, que afirmou ser "a primeira empresa estrangeira a enfrentar seu passado de forma transparente" durante a ditadura. “Lamentamos as violações que ocorreram no passado. Estamos cientes de que é responsabilidade conjunta de todos os atores econômicos e da sociedade respeitar os direitos humanos e promover sua observância", disse Hiltrud Werner, membro do Conselho de Administração do grupo Volkswagen. "Para a Volkswagen AG, é importante lidar com responsabilidade com esse capítulo negativo da história do Brasil e promover a transparência." Outros projetos contemplados O TAC foi fechado também com o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Procuradoria do Trabalho em São Bernardo do Campo. É um "acordo extrajudicial que estabelece obrigações à empresa para que não sejam propostas ações judiciais sobre a cumplicidade da companhia com os órgãos de repressão da ditadura", descreveu o MPF. Além dos R$ 16,8 milhões que serão doados à associação de trabalhadores, a Volkswagen se comprometeu a pagar: R$ 9 milhões aos Fundos Federal e Estadual de Defesa e Reparação de Direitos Difusos (FDD) R$ 10,5 milhões para projetos de promoção da memória e da verdade em relação às violações de direitos humanos ocorridas no Brasil durante a ditadura militar. Desse montante de R$ 10,5 milhões, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) receberá R$ 4,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões serão destinados para o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF), para apoiar a identificação das vítimas que estão enterradas em valas comuns. E outros R$ 2 milhões serão para novas pesquisas para apurar a cumplicidade de empresas em violações de direitos humanos durante o governo militar. O restante (R$ 6 milhões) será destinado ao Memorial da Luta pela Justiça, iniciativa promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e pelo Centro de Preservação da Memória Política (NPMP). Ele está sendo implantado na antiga sede da Auditoria Militar de São Paulo. "O ajuste de condutas estabelecido nesta data é inédito na história brasileira e tem enorme importância na promoção da justiça de transição, no Brasil e no mundo", escreveram representantes do MPF, do MP/SP e do MPT, em nota. Atuação na ditadura O relatório de 2017 que remonta o relacionamento da Volkswagen com o governo brasileiro durante o período militar, entre 1964 e 1985, foi feito pelo historiador alemão Christopher Kopper. As ações que corriam na Justiça sobre a montadora se baseavam nesse documento e em outro relatório, feito por Guaracy Mingardi, especialista em segurança pública, contratado pelo MPF. Em seu estudo, Kopper apontou que a "diretoria executiva da Volkswagen Brasil não participou do golpe contra o último governo eleito em 1964 e da posse da ditadura militar". No entanto, o historiador disse que “o golpe militar de 1964 e a instituição de uma ditadura militar cada vez mais repressiva foi avaliado positivamente pela empresa”. Em outro trecho, Kopper afirmou que "a Volkswagen do Brasil foi irrestritamente leal ao governo militar e compartilhou os seus objetivos econômicos e da política interna". Entre as colaborações com o governo, estava a do setor de segurança industrial da empresa, que informava ao regime militar possíveis atividades políticas e sindicais de funcionários da Volkswagen. Durante a divulgação do relatório, em dezembro de 2017, um grupo de ex-funcionários da empresa fez um protesto na frente da fábrica da Anchieta. Eles reivindicam indenizações da montadora.
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23/09 - Volkswagen faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante a ditadura
Montadora fará doações para ex-funcionários que foram alvo de perseguições e para iniciativas que preservam a memória histórica. Relatório de 2017 apontou que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica no ABC paulista. Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (23) um acordo com o Ministério Público Federal em São Paulo para reparar sua conduta durante a ditadura no Brasil. Com isso serão encerrados três inquéritos civis que tramitam desde 2015 para investigar o assunto. O cumprimento será em janeiro de 2021. No Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a montadora se compromete a doar R$ 36 milhões para iniciativas ligadas à defesa de direitos humanos, investigação de crimes da época e à memória histórica. Parte desse montante (R$ 16,8 milhões) irá para a associação de trabalhadores da empresa, visando, principalmente, "ex-trabalhadores da Volkswagen do Brasil - ou seus sucessores legais - que manifestaram terem sofrido violações de direitos humanos durante a ditadura", disse a companhia. Um relatório de 2017, feito por um historiador alemão a pedido da empresa, apontou que a Volkswagen 'foi leal' ao governo militar e que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). "Com este acordo, a Volkswagen quer promover o esclarecimento da verdade sobre as violações dos direitos humanos naquela época", comunicou a montadora alemã, que afirmou ser "a primeira empresa estrangeira a enfrentar seu passado de forma transparente" durante a ditadura. Volkswagen faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante ditadura “Lamentamos as violações que ocorreram no passado. Estamos cientes de que é responsabilidade conjunta de todos os atores econômicos e da sociedade respeitar os direitos humanos e promover sua observância", disse Hiltrud Werner, membro do Conselho de Administração do grupo Volkswagen. "Para a Volkswagen AG, é importante lidar com responsabilidade com esse capítulo negativo da história do Brasil e promover a transparência." Outros projetos contemplados O TAC foi fechado também com o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Procuradoria do Trabalho em São Bernardo do Campo. É um "acordo extrajudicial que estabelece obrigações à empresa para que não sejam propostas ações judiciais sobre a cumplicidade da companhia com os órgãos de repressão da ditadura", descreveu o MPF. Além dos R$ 16,8 milhões que serão doados à associação de trabalhadores, a Volkswagen se comprometeu a pagar: R$ 9 milhões aos Fundos Federal e Estadual de Defesa e Reparação de Direitos Difusos (FDD) R$ 10,5 milhões para projetos de promoção da memória e da verdade em relação às violações de direitos humanos ocorridas no Brasil durante a ditadura militar. Desse montante de R$ 10,5 milhões, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) receberá R$ 4,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões serão destinados para o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF), para apoiar a identificação das vítimas que estão enterradas em valas comuns. E outros R$ 2 milhões serão para novas pesquisas para apurar a cumplicidade de empresas em violações de direitos humanos durante o governo militar. O restante (R$ 6 milhões) será destinado ao Memorial da Luta pela Justiça, iniciativa promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e pelo Centro de Preservação da Memória Política (NPMP). Ele está sendo implantado na antiga sede da Auditoria Militar de São Paulo. "O ajuste de condutas estabelecido nesta data é inédito na história brasileira e tem enorme importância na promoção da justiça de transição, no Brasil e no mundo", escreveram representantes do MPF, do MP/SP e do MPT, em nota. Atuação na ditadura O relatório de 2017 que remonta o relacionamento da Volkswagen com o governo brasileiro durante o período militar, entre 1964 e 1985, foi feito pelo historiador alemão Christopher Kopper. As ações que corriam na Justiça sobre a montadora se baseavam nesse documento e em outro relatório, feito por Guaracy Mingardi, especialista em segurança pública, contratado pelo MPF. Em seu estudo, Kopper apontou que a "diretoria executiva da Volkswagen Brasil não participou do golpe contra o último governo eleito em 1964 e da posse da ditadura militar". No entanto, o historiador disse que “o golpe militar de 1964 e a instituição de uma ditadura militar cada vez mais repressiva foi avaliado positivamente pela empresa”. Em outro trecho, Kopper afirmou que "a Volkswagen do Brasil foi irrestritamente leal ao governo militar e compartilhou os seus objetivos econômicos e da política interna". Entre as colaborações com o governo, estava a do setor de segurança industrial da empresa, que informava ao regime militar possíveis atividades políticas e sindicais de funcionários da Volkswagen. Durante a divulgação do relatório, em dezembro de 2017, um grupo de ex-funcionários da empresa fez um protesto na frente da fábrica da Anchieta. Eles reivindicam indenizações da montadora. Lúcio Bellentani e outros ex-trabalhador da Volkswagen cobraram indenização da empresa na apresentação de um relatório que detalhou as relações da montadora com a ditadura militar, em 2017 André Paixão/G1 VÍDEOS: AI-5, o ato mais antidemocrático da ditadura militar
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23/09 - Volkswagen lança o ID.4, SUV elétrico que pode chegar ao Brasil
Modelo é o segundo da nova família de carros elétricos da marca. Com motor de 204 cv, ele pode percorrer até 520 km com uma carga da bateria. Volkswagen ID.4 Divulgação A Volkswagen apresentou nesta quarta-feira (23) o ID.4, segundo membro da sua nova família de carros elétricos. Maior do que o ID.3, que é um hatch, o ID.4 é um SUV, e tem chances de ser vendido no Brasil. No último Salão de Frankfurt, há cerca de um ano, quando o modelo ainda era um conceito chamado de ID Crozz, o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, afirmou que "achava que daria" para vender o veículo no país por ele ser mais alto do que o ID.3. A resposta pode estar nos 21 cm de altura em relação ao solo do ID.4. Além dessa medida, o ID.4 tem 4,58 m de comprimento, 12 cm menos do que o Tiguan vendido no Brasil. De acordo com a Volkswagen, a capacidade do porta-malas é de 543 litros. Volkswagen ID.4 Divulgação Outros dados, como distância entre-eixos, largura e altura não foram divulgados. O ID.4 é movido por um motor elétrico de 204 cavalos instalado no eixo traseiro. Suas baterias, com capacidade para armazenar 77 kWh, garantem autonomia de até 520 km. Com velocidade máxima de 160 km/h, o SUV é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. Volkswagen ID.4 Divulgação O interior do ID.4 segue o mesmo padrão tecnológico do ID.3. Isso significa uma cabine sem botões físicos. Os comandos são feitos por meio de uma tela de 12 polegadas. Veja mais sobre elétricos e híbridos:
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23/09 - CNH, cadeirinha, farol: veja mudanças aprovadas na lei de trânsito e que vão à sanção de Bolsonaro
Presidente pode vetar um ou mais pontos do projeto. Após ser sancionada, lei entra em vigor dali a 6 meses. Câmara aprova projeto que altera o Código de Trânsito Diversas mudanças na lei de trânsito foram aprovadas pelo Congresso e seguiram para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. Dentre as alterações estão a ampliação de 20 para até 40 pontos do limite para a suspensão da Carteira Nacional de Trânsito (CNH) e o aumento da validade do documento para até 10 anos. Desde que foi apresentado pelo próprio presidente, em 2019, o texto passou por diversas mudanças na Câmara e no Senado. Bolsonaro tem direito de vetar um ou mais itens. Após a sanção, as novas regras passam a valer dali a 6 meses. O projeto original foi criticado por entidades de segurança viária, que pediram, na época, diálogo e estudos técnicos para embasar as futuras regras. O Congresso manteve ampliação do limite de pontos para a suspensão da CNH, mas acrescentou um escalonamento, conforme o nível de gravidade das infrações cometidas, e a exigência de não constar infrações gravíssimas na carteira do motorista. Da mesma forma, as normas para o transporte de crianças, onde o governo propôs a troca da multa por advertência por escrito, em caso de não cumprimento, acabaram sendo endurecidas pelos parlamentares. Mudanças no Código de Trânsito aprovadas pelo Congresso Arte/G1 Veja as principais mudanças, como está na lei atual e como era a proposta do governo: Suspensão da CNH por pontos Como deve ficar: haverá uma escala com três limites de pontuação, para que a CNH seja suspensa: 20 pontos, se o condutor tiver duas ou mais infrações gravíssimas em um período de 12 meses; 30 pontos, se tiver apenas uma infração gravíssima no mesmo período; 40 pontos, se não constar entre as suas infrações nenhuma infração gravíssima nesse intervalo. No caso de motoristas profissionais, a medida foi flexibilizada; eles poderão atingir o limite de 40 pontos independente da natureza das infrações cometidas. Como é atualmente: a suspensão ocorre quando o condutor atinge 20 pontos em 12 meses ou por transgressões específicas. Como o governo queria: a suspensão ocorreria quando o condutor atingisse 40 pontos em 12 meses ou por transgressões específicas. PL pode mudar quantidade de pontos para a suspensão da CNH Divulgação Renovação da CNH Como deve ficar: estipula o prazo de dez anos para renovação dos exames de aptidão física e mental para a renovação da habilitação de condutores , de acordo com as seguintes situações: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais. O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira. Como é atualmente: o artigo 147 do CTB diz que o exame é renovável a cada 5 anos ou, no caso de idosos acima de 65 anos, a cada 3 anos. Como o governo queria: que o exame de aptidão física e mental seria renovável a cada 10 anos. No caso dos idosos, acima de 65 anos, a renovação seria a cada 5 anos. Cadeirinha para crianças Como deve ficar: o dispositivo de cadeirinhas ou assento de elevação será obrigatório para crianças de até 10 anos que não atingiram 1,45 metro de altura, e elas devem ser transportadas no banco traseiro. Segue mantida a penalidade de infração gravíssima para quem descumprir a obrigatoriedade. Como é atualmente: o CTB diz que as crianças com idade inferior a 10 anos devem ser transportadas nos bancos traseiros. Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) de 2008 determina o uso de dispositivos de retenção no transporte de crianças de até 7 anos e meio. Entre 7 anos e meio e 10 anos, a criança deve usar o cinto de segurança. O artigo 168 do CTB diz que o descumprimento dessas regras é infração é gravíssima, com multa e retenção do veículo até a regularização da situação. Cadeirinha pode reduzir danos de acidentes em até 60% Como o governo queria: até 7 anos e meio, crianças deveriam ser transportadas nos bancos traseiros e com cadeirinha adaptada ao tamanho e peso. Entre 7 anos e meio e 10 anos, seriam "transportadas nos bancos traseiros" e utilizariam cinto de segurança. Ainda segundo a proposta do governo, a violação às regras seria punida apenas com advertência por escrito. Ou seja, a advertência poderia substituir a multa e a medida administrativa (retenção do veículo) aplicadas até então. Veja as diferenças entre usar e não usar as cadeirinhas: Veja diferença entre usar e não usar cadeirinha Exame toxicológico (categorias C, D e E) Como deve ficar: exame toxicológico é mantido como está no CTB. Ele serve para verificar o consumo de substâncias psicoativas que, comprovadamente, comprometam a capacidade de direção. Quem tem menos de 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada 2 anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Como é atualmente: condutores das categorias C, D e E, como caminhoneiros, motoristas de van e ônibus, com CNH com validade de 5 anos devem fazer o exame no prazo de 2 anos e meio. Para condutores idosos o prazo é 1 ano e meio. Se reprovado, tem suspenso o direito de dirigir pelo período de 3 meses. Como o governo queria: eliminar a obrigatoriedade do exame. Luz diurna nas estradas Como deve ficar: segue o projeto do governo de manter obrigatório o uso de faróis acesos durante o dia em rodovias de pista simples. Porém, retira a obrigatoriedade do uso quando essas vias estiverem em perímetros urbanos. Se sancionada, a medida só vai valer para veículos que não possuem luz de rodagem diurna (DRL). Como é atualmente: uma norma de 2016 diz que o condutor é obrigado a manter o farol aceso de noite e dia “nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias”, sejam essas de pista sumples ou não — em caso de descumprimento, a infração é média. Como o governo queria: o texto dizia que os veículos sem DRL deveriam manter acesos os faróis mesmo durante o dia, em rodovias de pista simples, túneis e sob chuva, neblina ou cerração. O projeto afirmava ainda que a infração para quem não acendesse a luz seria leve. No entanto, seria aplicada apenas "no caso de o proprietário ser pessoa jurídica e não haver identificação do condutor". Moto no corredor Como deve ficar: haverá regras para a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores quando o trânsito estiver parado ou lento. Motociclistas devem transitar com velocidade compatível com a segurança dos pedestres e demais veículos nessas situações. A proposta cria ainda uma “área de espera” para motociclistas junto aos semáforo. Ela será delimitada por duas linhas de retenção, destinada exclusivamente à espera destes veículos próximos aos semáforos, imediatamente à frente da linha de retenção dos demais veículos. Como é atualmente: o CTB não proíbe, e também não regulamenta, o uso de motocicletas entre as faixas de trânsito. Em 1997, o artigo 56 restringiria o uso das motos no corredor, porém, foi vetado pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso. No entanto, existem relatos de motociclistas enquadrados no artigo 192 do CTB, que fala que o condutor de qualquer veículo não pode "deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais" Como o governo queria: no projeto original não havia alteração quanto à circulação de motos no corredor. Entenda como é a regra atual sobre motos no corredor Congresso Nacional discute regras de trânsito para motos Multa mais branda para capacete sem viseira Como deve ficar: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Como é atualmente: o artigo do CTB sobre regras para motociclistas obriga o uso de capacetes sempre com viseira ou óculos de proteção — a multa atual é gravíssima e há suspensão do direito de dirigir. E também existe uma resolução específica sobre o uso incorreto da viseira; ela diz que que o motociclista não pode conduzir o veículo com a viseira levantada, nem com óculos de proteção fumê. Nesse caso, seria aplicado o artigo 169 do CTB, com aplicação de multa leve. Como o governo queria: o projeto estabeleceria uma punição específica para quem usasse capacete sem viseira ou óculos de proteção. O ato se tornaria uma infração média, com multa e retenção do veículo até que a situação fosse regularizada. Andar com a viseira levantada também seria uma infração média. Documento em carro com recall Como deve ficar: o projeto torna o recall uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Como é atualmente: não há impedimento para emissão do CRLV caso o veículo não tenha passado por algum recall. Como o governo queria: a proposta era impedir que o CRLV fosse emitido na venda de um veículo se o proprietário anterior não tivesse realizado algum recall. Veja todos os vídeos de carros
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23/09 - Chevrolet lança Onix RS e Onix Plus Midnight
Os modelos são equipados com motor 1.0 turbo de 116 cv de potência e câmbio automático. Chevrolet Onix RS Divulgação A Chevrolet apresentou nesta quarta-feira (23) a aguardada versão "esportiva" RS do Onix. Além do hatch, o sedã Onix Plus também ganhou uma nova série especial, a Midnight. Os preços não foram revelados. Tracker com motor de Onix vai bem? G1 andou Para quem acreditou que o Onix RS chegaria com a motorização 1.2 turbo do Tracker, a má notícia é que isso não aconteceu. Ele é equipado com o eficiente motor 1.0 turbo flex de até 116 cavalos de potência e 16,8 kgfm de torque, acompanhado do câmbio automático de 6 marchas. Não há opção de transmissão manual. Segundo a marca, o conjunto leva o hatch de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos. Chevrolet Onix RS Divulgação Sendo assim, as exclusividades do RS ficam restritas ao visual, que aposta em detalhes pretos e spoilers para uma aparência mais esportiva. A dianteira é a mesma da versão topo de linha Premier, com faróis de projetores e luzes diurnas em LED no para-choque. A diferença fica para a máscara negra nos faróis, a "gravata" da Chevrolet em preto e a ausência de cromados na grade — com trama de colmeia e que abriga o logotipo RS. Detalhes do Chevrolet Onix RS Divulgação Na traseira, o hatch ganha um novo para-choque que simula um difusor de ar, e um aerofólio sempre pintado de preto. De lado, as rodas, também pretas, são de 16 polegadas e têm desenho exclusivo. Por dentro, o Onix RS tem acabamento em preto e detalhes na cor vermelha nas saídas de ar laterais. A mesma cor se repete nas costuras do volante revestido de couro. Colunas e teto também são na cor preta. Chevrolet Onix RS Divulgação Entre os equipamentos, o modelo tem ar-condicionado, direção elétrica, piloto automático, assistente de partida em aclive, 6 airbags, sensores de estacionamento traseiros, central multimídia com Android Auto, Apple CarPlay e tela de 8 polegadas, controle eletrônico de estabilidade e tração. Onix Plus Midnight Com aparência semelhante ao Onix RS, mas deixando a sigla esportiva para o hatch, o sedã Onix Plus ganha a série Midnight. Também com visual "dark", o modelo adota rodas, logotipos e grade em preto, além dos faróis com máscara negra. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação Segundo a marca, a previsão é de que a edição especial fique aproximadamente um ano no mercado. Caso tenha grande aprovação, não está descartada a possibilidade de torná-la uma versão oficial da gama. A série chega ao sedã exclusivamente com motor 1.0 turbo de 116 cv e câmbio automático de 6 marchas. De acordo com a Chevrolet, com este conjunto, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação O pacote de equipamentos é o mesmo da versão Premier, que serve de base para a Midnight. Há direção elétrica, ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple Carplay, volante com regulagem de altura e profundidade, piloto automático e assistente de partida em rampas. Há ainda chave presencial com partida do motor por botão, faróis com acendimento automático, sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, bancos de couro, 6 airbags e controle eletrônico de estabilidade e tração. Ao contrário da versão Premier, porém, a série Midnight tem lanternas com iluminação convencional, sem LEDs. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação Chevrolet Onix: 5 estrelas em teste de colisão Chevrolet Onix hatch leva 5 estrelas em teste de colisão
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22/09 - Câmara aprova emendas do Senado, e mudanças no Código de Trânsito seguem para sanção
Alterações incluem aumento do número de pontos da CNH para alguns motoristas e extensão da validade do documento. Bolsonaro pode sancionar ou vetar novas regras. Senadores e deputados aprovam mudanças no Código de Trânsito A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22) parte das modificações feitas pelo Senado no projeto que altera trechos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Com isso, as novas regras vão à sanção do presidente Jair Bolsonaro. O texto prevê que as novas regras entram em vigor 180 dias após serem publicadas no "Diário Oficial da União", ou seja, após a sanção. Uma das mudanças aumenta para até 10 anos o prazo máximo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O texto foi enviado ao Congresso Nacional pelo governo Jair Bolsonaro, mas nem todos os pontos defendidos pelo presidente foram aprovados. A Câmara já tinha aprovado a matéria no fim de junho, mas teve que analisá-la novamente já que o Senado fez alterações na proposta. LEIA TAMBÉM: App da CNH digital vai permitir pagamento de multas com desconto CNH, cadeirinha, farol: veja mudanças aprovadas e que vão à sanção de Bolsonaro Entre as mudanças aprovadas no Congresso estão: aumento do número de pontos para suspensão, em razão de multas, da Carteira Nacional de Habilitação (CNH); obrigatoriedade do uso de cadeirinha para o transporte de crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 metro; regras para a circulação de motocicletas entre os veículos quando o trânsito estiver parado ou lento. Uma das principais mudanças propostas pelos senadores também foi acolhida na Câmara. A emenda prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos. Atualmente, a legislação diz que a prisão pode ser substituída por penas restritivas de direitos se o crime for culposo (sem intenção). Desta forma, se um motorista embriagado ou sob efeito de drogas pratica lesão corporal e até homicídio, sua condenação pode ser convertida em uma pena alternativa. Pontos da proposta original enviada pelo governo, como a retirada da multa para quem transportar criança sem a cadeirinha, ficaram de fora da versão aprovada por deputados e senadores. O projeto é tratado como prioridade pelo governo. Em junho do ano passado, o próprio presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente à Câmara para entregar o texto. Projeto passou pela Câmara em junho, mas voltou após mudanças feitas pelo Senado; veja pontos Ponto a ponto do projeto Validade da CNH O projeto amplia o prazo para a renovação da renovação da CNH e dos exames de aptidão física e mental, de acordo com as seguintes situações: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais. O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira. Atualmente, o Código de Trânsito prevê a renovação a cada cinco anos para a maioria dos motoristas e a cada três anos para condutores com mais de 65 anos. Já o texto enviado pelo governo previa a renovação dos exames a cada 10 anos e, para pessoas acima de 65 anos, a cada cinco anos. Exame de aptidão O texto determina, ainda, que os exames de aptidão física e mental sejam realizados por médicos e psicólogos peritos examinadores, com a titulação de especialista em medicina do tráfego ou em psicologia de trânsito, respectivamente. A legislação atual não deixa explícita essa exigência, e os requisitos constam apenas em resoluções do Contran. Pela proposta, os exames devem ser avaliados "objetivamente" pelos examinados, o que subsidiará a fiscalização sobre o profissional credenciado feita pelos órgãos de trânsito em colaboração com os conselhos profissionais. Pontuação da CNH O projeto também prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses: 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima; 30 pontos para quem possuir uma gravíssima; 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações do tipo. Os motoristas profissionais terão 40 pontos de teto, independentemente das infrações cometidas. Esses condutores podem participar de curso preventivo de reciclagem quando atingirem 30 pontos. A legislação atual prevê a suspensão da carteira sempre que o infrator atingir 20 pontos. O projeto original do governo previa uma ampliação geral, de 40 pontos para todos os motoristas, independentemente da vinculação por infração criada pelo relator. Avaliação psicológica O relator incluiu, também, a exigência de avaliação psicológica quando o condutor: se envolver em acidente grave para o qual tenha contribuído; ser condenado judicialmente por delito de trânsito; estiver colocando em risco a segurança do trânsito, por decisão da autoridade de trânsito. Cadeirinha O projeto aprovado determina também a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 m de altura. A cadeirinha deve se adequar à idade, peso e altura da criança. Pelo texto, o descumprimento desta regra ocasionará uma multa correspondente a uma infração gravíssima. A proposta original do governo previa que a punição para o descumprimento fosse apenas uma advertência por escrito, sem a multa. Pela proposta do Executivo, endurecida pelo relator, a cadeirinha seria necessária para crianças de até 7 anos e meio. Exames toxicológicos Sobre a renovação da carteira de habilitação, o texto também mantém a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E. O fim da obrigatoriedade do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor. Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Motos O projeto estabelece regras para a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores quando o trânsito estiver parado ou lento. Pelo texto, os motociclistas devem transitar com velocidade compatível com a segurança dos pedestres e demais veículos nessas situações. A proposta cria ainda uma “área de espera” para motociclistas junto aos semáforo. O projeto diz que haverá uma área delimitada por duas linhas de retenção, destinada exclusivamente à espera destes veículos próximos aos semáforos, imediatamente à frente da linha de retenção dos demais veículos. Recall O projeto torna o recall das concessionárias – convocação de proprietários para reparar defeitos constatados nos veículos – uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Segundo o relator, são frequentes os casos de descumprimento do procedimento, colocando em risco a segurança dos condutores desses veículos e de outras pessoas. Cadastro positivo A proposta cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), em que serão cadastrados os condutores que não tenham cometido infração de trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. O cadastro positivo vai possibilitar que estados e municípios concedam benefícios fiscais e tarifários aos condutores cadastrados. Inicialmente, o relatório previa que, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada em setembro, haveria um sorteio no valor de 1% do montante arrecadado com as multas para premiar os motoristas do cadastro. Contudo, o deputado Juscelino Filho retirou essa parte ao acolher uma emenda de plenário. Escolas de trânsito O projeto prevê a criação de “escolas públicas de trânsito” para crianças e adolescentes com aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito. Consulta pública As propostas de normas regulamentares a serem editadas pelo Contran deverão ser submetidas a consulta pública antes da entrada em vigor. O objetivo é dar mais transparência às decisões do conselho. Multas administrativas O parecer propõe a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo: conduzir veículo com a cor ou característica alterada; conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório; portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran; deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor. Penalidade de advertência O texto define, ainda, que para infrações leves ou médias deve ser imposta a penalidade de advertência por escrito, em vez de multa, se infrator não tiver cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses. Atualmente, a legislação já permite essa possibilidade se a autoridade de trânsito "entender esta providência como mais educativa" e desde que o motorista não tenha cometido a mesma infração nos últimos 12 meses. Faróis O texto determina a obrigatoriedade de manter os faróis acesos durante o dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração, e à noite. O Senado fez uma alteração, mantida na Câmara, para restringir a obrigatoriedade do uso de faróis baixos durante o dia em rodovias de pista simples apenas àquelas situadas fora dos perímetros urbanos. Ao acolher essa mudança, Juscelino Filho diz que o uso de faróis nas cidades "poderia ter efeito contrário, ao equiparar todos os demais veículos aos ônibus e às motos, que hoje já são obrigados a transitar com farol acesso, para serem diferenciados e melhor percebidos no trânsito urbano." Outros pontos Veja outros pontos do projeto: Reprovação de exame: o projeto revoga dispositivo que determinava que o exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular só poderia ser refeito 15 dias depois da divulgação do resultado, em caso de reprovação; Capacete sem viseira: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Aulas à noite: o projeto também retira a obrigatoriedade de que parte das aulas de direção sejam feitas à noite; Policiais legislativos: o texto prevê que os policiais legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado, mediante convênio com o órgão ou entidade de trânsito local, poderão autuar os motoristas em caso de infração cometida nas adjacências do Congresso Nacional quando estiverem comprometendo os serviços ou colocando em risco a segurança das pessoas ou o patrimônio do Legislativo. Os autos de infração serão encaminhados ao órgão competente. VÍDEOS: as notícias mais assistidas do G1
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22/09 - Aplicativo da CNH digital vai permitir pagamento de multas com 40% de desconto
Serviço de Notificação Eletrônica, que existe desde 2016, será incorporado a outro app, o Carteira Digital de Trânsito, ambos desenvolvidos pelo Serpro. Carteira Digital para veículos - 1º passo Polícia Civil de Minas Gerais/Divulgação O aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que reúne as versões digitais da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do certificado de registro do veículo (CRLV), também vai oferecer a opção de o motorista pagar todos os tipos de multas de trânsito de forma eletrônica e com desconto de 40%. Isso vai acontecer porque o aplicativo da carteira de habilitação digital, desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), vai incorporar outro programa, o Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), também criado pelo Serpro, e usado para receber, acompanhar e pagar as multas de forma eletrônica. O SNE foi criado em 2016, e continuará a ser usado, por enquanto, para empresas que gerenciam as multas de suas frotas. O Serpro não informou qual a previsão de migração para o aplicativo Carteira Digital de Trânsito neste caso. De acordo com o Serpro, quem já utiliza o SNE poderá migrar para o CDT a qualquer momento, e realizar o login com o mesmo nome de usuário e senha. Para ter direito aos 40% de desconto no pagamento da multa, o usuário deverá reconhecer a infração e abrir mão de entrar com recurso administrativo. Atualmente, o SNE pode processar multas de órgãos de trânsito federais (DNIT, PRF e ANTT), 15 Detrans estaduais e mais de 80 órgãos municipais. Veja vídeos sobre compra e venda de carros
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22/09 - Hyundai HB20 Sense: primeiras impressões
Versão mais barata do hatch tem virtudes para ser boa opção entre modelos populares. Visual é controverso, mas acabamento interno agrada. Hyundai HB20 Sense é boa opção entre carros populares; G1 andou Versões básicas, principalmente de carros mais baratos, costumam passar longe dos eventos de lançamentos para a imprensa e dos showrooms das concessionárias, mesmo quando têm expectativa de serem as mais vendidas. No caso do Hyundai HB20, não foi diferente. A fabricante coreana levou quase um ano para disponibilizar o HB20 mais simples para teste de imprensa. E olha que a versão Sense, que parte de R$ 49.590, representa mais da metade das unidades emplacadas em 2020, segundo levantamento da consultoria Jato Dynamics. Veja como anda o HB20 1.0 turbo Veja como anda o HB20X 1.6 Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 No final de agosto, 11 meses após a renovação do hatch, o G1 passou uma semana com o HB20 Sense, que custa a partir de R$ 49.590. Essa cifra coloca o HB20 como um dos carros mais baratos à venda no Brasil. Nessa faixa, ele acaba concorrendo principalmente com o Ford Ka S (R$ 49.890), mas Volkswagen Gol 1.0 (R$ 52.500) e Fiat Argo 1.0 (R$ 53.990) também surgem como rivais em potencial. Tabela de concorrentes do Hyundai HB20 Celso Tavares/G1 e Divulgação A unidade avaliada ainda trazia o único pacote opcional, que compensa os R$ 1.000 de investimento extra já que oferece importantes itens de segurança, como controles de tração e estabilidade e airbags laterais. Por esses R$ 50.590, nenhum outro carro novo no Brasil tem um pacote de equipamentos de segurança tão completo. Além desses itens, o HB20 Sense ainda traz o essencial: vidros dianteiros e travas elétricos, ar-condicionado, direção elétrica, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo e rádio com conexão Bluetooth e comandos no volante. Mas o Hyundai mais barato do Brasil peca por não oferecer em alguns itens como alarme antifurto, ajuste de altura do volante e alças internas de teto. Porém, o maior “atestado” de simplicidade está na chave – que parece ter sido herdada do HR – veículo comercial da marca. Chave do Hyundai HB20 Sense tem visual simplório Celso Tavares/G1 É simples, mas nem tanto Por sorte, o acabamento interior não segue o mesmo caminho, e exibe peças com encaixes precisos e sem sinais de rebarbas, mantendo o padrão estabelecido pelo modelo anterior. Falando nele, ainda que o HB20 tenha passado por uma profunda plástica no ano passado, a versão Sense traz o quadro de instrumentos semelhante ao da versão antiga, com mostradores convencionais no lugar da tela de cristal líquido com grafismos digitais dos modelos mais caros. Quadro de instrumentos do Hyundai HB20 Sense veio do modelo anterior Celso Tavares/G1 Além do quadro de instrumentos, alavanca de câmbio e alavancas de seta e limpadores são os únicos componentes do modelo antigo. Fora isso, todo o desenho da cabine é novo e moderno. O plástico duro é item de série, como em qualquer carro popular (ou nem tão popular), mas a parte central possui um aplique prateado que demonstra alguma sofisticação. Até mesmo o rádio, que fica no lugar da central multimídia das versões mais caras, parece integrado ao painel, e não deixa a impressão de algo que foi adaptado. De volta à comparação com o HB20 antigo, o conjunto mecânico segue inalterado, com a dupla composta pelo motor 1.0 de 3 cilindros e o câmbio manual de 5 marchas. Motor 1.0 do Hyundai HB20 Sense rende 80 cv Celso Tavares/G1 A caixa, com relações curtas, mostra bom entrosamento com o motor, que entrega dignos 80 cavalos e 10,2 kgfm de torque e empurra o compacto de menos de 1 tonelada de 0 a 100 km/h em 14,5 segundos. Esses números ficam na média do segmento. Sua potência é maior que a do Fiat Argo (77 cv), mas menor do que a do Volkswagen Gol (84 cv) e do Ford Ka (85 cv). Só que o Hyundai é o mais leve do grupo. Junto com o Fiat, ele também tem o maior porta-malas da turma, com 300 litros. O espaço interno também não desaponta. Seus 2,53 metros de entre-eixos o colocam ligeiramente acima do Argo (2,52 m) e preciosos centímetros acima de Ka (2,49 m) e Gol (2,47 m). Bom de andar Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 Até por isso, mostra certa disposição para o trânsito cotidiano das grandes cidades, ainda que seja necessário “esticar” um pouco cada marcha e suportar o aumento do nível de ruído interno. Só que a leveza do HB20 não se traduz em menor consumo de combustível. Novamente comparando com Ka, Argo e Gol, ele é o que tem pior consumo urbano, tanto com gasolina, como com etanol (empatado com o Gol). Na estrada, os números são ligeiramente melhores – e ele fica num patamar próximo ao de Argo e Gol, bem abaixo do Ka. Confira na tabela abaixo: Consumo de combustível dos hatches compactos Ao menos a direção hidráulica, calcanhar de Aquiles do antigo HB20, é coisa do passado – apenas o Gol ainda usa assistência desse tipo. No caso do Hyundai, a nova direção elétrica coloca o hatch como dono de uma das melhores dirigibilidades nesta faixa de preço, entregando maciez nas manobras e rigidez na dose certa em velocidades mais altas. Já o desenho... Antes e depois do Hyundai HB20 Flavio Moraes e Celso Tavares/G1 O design é o último aspecto a ser tratado nesse texto. Porque é o mais subjetivo deles. Com a reestilização profunda de 2019, o HB20 saiu do grupo de carros com visual bem acertado e entrou para o de polêmicos. Na apresentação do modelo, a empresa até trouxe o britânico responsável pelo estilo na Hyundai para falar sobre o assunto. Mas não convenceu. A marca pesou a mão na hora de desenhar as novas dianteira e traseira – talvez para passar a impressão de que o HB20 estava ganhando uma nova geração. Para dar a sensação de maior largura, a grade foi esticada para as extremidades, enquanto o capô foi inclinado para baixo e os faróis ficaram mais pontiagudos. Já na traseira, as lanternas em formato de bumerangue parecem maiores do que deveriam. Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 Talvez percebendo que o estilo não foi tão bem aceito, a empresa resolveu promover mudanças pontuais já na linha 2021. A grade, por exemplo, trocou o cromado no contorno pelo acabamento em preto brilhante, que ajuda a suavizar o visual. O desenho do HB20 pode ser controverso. Porém, o compacto aparece como uma ótima opção de entrada, por oferecer uma boa dirigibilidade, nível de equipamentos acima da média e acabamento melhor do que se pode esperar em um carro dessa faixa de preços. Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 VÍDEOS: veja outras avaliações de carros e motos
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21/09 - Salão de Detroit é adiado de junho para setembro de 2021
É a terceira vez que o evento muda de data. Edição de 2020, que aconteceria em junho, foi cancelada pelo coronavírus. Salão de Detroit de 2017 Bill Pugliano/AFP Após ter a edição de 2020 cancelada pela pandemia do coronavírus, o Salão de Detroit foi remarcado mais uma vez. Nesta segunda-feira (21), a organização do evento afirmou que a feira será realizada entre 28 de setembro e 9 de outubro de 2021. A mudança vale não apenas para 2021, mas também nos três anos seguintes. “Setembro é uma excelente época do ano para novos produtos e, ao mesmo tempo, alivia os desafios que um calendário de feiras de automóveis de primavera agora lotado apresenta para os interessados ​​em feiras de automóveis", afirmou, em nota Rod Albert, diretor executivo do Salão de Detroit. Apesar da mudança de data, a organização do Salão de Detroit afirma que o evento seguirá a mesma tendência de ser mais interativo, permitindo atividades também fora do pavilhão de exposições. Isso era praticamente impossível de se fazer em janeiro, quando o inverno rigoroso deixa as temperaturas, em média, entre -7°C e -1°C. Imagem de janeiro de 2014 mostra neve acumulada em avenida de Detroit Joshua Lott/Getty Images/AFP Sucessivas mudanças Esta é a terceira vez que o Naias (sigla para Noth American International Auto Show) muda de data. Em 2018, a organização anunciou que o evento deixaria de acontecer em janeiro para ser realizado em junho, no verão americano. A justificativa, na época, era "fugir" do rigoroso inverno Detroit, mas também não competir diretamente com a CES, maior feira de tecnologia do mundo, e que, nos últimos anos, tem se tornado uma importante vitrine para as fabricantes de automóveis. Salão de Detroit será realizado em junho a partir de 2020 Divulgação Agora, com a nova mudança, de junho para setembro, o Salão de Detroit ficará perigosamente próximo de outro evento que tenta se reinventar: o IAA, mais conhecido como Salão de Frankfurt, que, a partir do ano que vem, será realizado em Munique. A feira está marcada para os dias 7 e 12 de setembro. Depois de anunciar a mudança de cidade, o Salão de Munique também promete ser uma mostra mais interativa para o público. Sobre isso, o diretor do Salão de Detroit disse que a data foi pensada exatamente para não coincidir com o evento europeu. “Espalhar grandes feiras de automóveis é uma vitória para todos, principalmente para os nossos parceiros. Isso dá às empresas automotivas a oportunidade de dar o melhor de si em cada feira, o que cria empolgação para aqueles que comparecem também ”, disse. VÍDEOS: os destaques do último Salão de São Paulo
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21/09 - GM demite 43 funcionários aposentados e com doenças ocupacionais em São José, diz sindicato
Segundo entidade, demissões foram de 40 trabalhadores aposentados e três com doenças ocupacionais. Montadora não quis comentar os desligamentos, considerados ilegais pelo sindicato. GM tem cerca de 3,6 mil empregados na fábrica em São José dos Campos Camilla Motta/ G1 A General Motors demitiu 43 funcionários nesta segunda-feira (21), de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP). Desse total, 40 eram trabalhadores aposentados, que seguiam trabalhando, e três tinham doenças ocupacionais. A montadora informou que não vai comentar o caso. O sindicato diz que já entrou em contato com a direção da GM para reverter as demissões e aguarda uma posição oficial. Caso a empresa não reconsidere a decisão, o sindicato afirma que vai recorrer à Justiça e não descarta fazer reivindicações em frente à montadora. Uma das reclamações do Sindicato dos Metalúrgicos é que essas demissões foram feitas após ter sido aprovada a extensão do layoff (suspensão temporária de contrato) por mais dois meses. Além disso, foram desligados 235 funcionários na última semana por meio do Programa de Demissão Voluntária (PDV). "É um absurdo. Um crime demitir essas pessoas, aposentadas e com doença ocupacional, no meio de uma pandemia. Há mais de mil pessoas em layoff, houve um PDV há uma semana. Repudiamos essa decisão e vamos tomar as medidas necessárias para tentar reverter", disse o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Renato Almeida. A fábrica da GM em São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer e, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, tem cerca de 3.600 trabalhadores. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e Região
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21/09 - Criador do DeLorean do filme 'De Volta para o Futuro' morre aos 83 anos
Apesar de ser conhecido por adaptar o carro para o filme, Ron Cobb tinha grande carreira como cartunista. Ron Cobb, criador do DeLorean de 'De volta para o futuro' Divulgação Ron Cobb, o criador da versão do DeLorean para o filme "De Volta para o Futuro", morreu nesta segunda-feira (21) aos 83 anos. A informação foi confirmada por sua mulher, Robin Love, ao site americano The Hollywood Reporter. Ainda segundo Love, a causa da morte teria sido Demência de Corpos de Lewy, uma doença degenerativa. Além da esposa, Cobb deixa o filho Nicky. A família vivia em Sydney, na Austrália, para onde o cartunista se mudou no início da década de 1970. Seth Rogen e Michael J. Fox, o Marty McFly, de "De volta para o futuro", entram no palco com um DeLorean, a máquina do tempo do filme. Lucy Nicholson / Reuters Apesar de ser conhecido como o criador da "Time Machine", uma versão cheia de modificações do DeLorean DMC-12, Cobb não tinha uma relação íntima com a indústria automotiva. Sua carreira foi praticamente toda construída como designer e cartunista. Ele foi o responsável por desenhar diversos objetos para "Star Wars" (1977), desenvolveu cenários "Conan, o Bárbaro" (1982) e foi uma espécie de consultor de Steven Spielberg em E.T (1982). VÍDEO: em 2016, G1 conheceu 'carros do cinema' no Salão de Paris G1 mostra os carros do cinema que estão no Salão de Paris VÍDEO: mais conteúdo sobre carros
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21/09 - BMW M3 e M4 revelam grade 'polêmica' e câmbio manual em teasers
Sedã e cupê serão apresentados oficialmente na próxima quarta-feira (23) e deverão ter motor 3.0 biturbo. BMW M3 Reprodução/BMW A BMW começou a semana com uma boa dose de suspense sobre os novos M3 e M4. Os esportivos, que serão apresentados oficialmente na próxima quarta-feira (23), tiveram alguns de seus detalhes revelados por teasers divulgados pela marca. BMW revela o iX3, seu primeiro SUV totalmente elétrico Por trás da fumaça que cobre os modelos, é possível confirmar que a nova geração do M3 adotará a polêmica grade de tamanho avantajado na dianteira. No M4 o visual já era esperado, uma vez que suas versões convencionais já utilizam esse modelo de grade. BMW M3 Reprodução/BMW Apesar do desenho que poderá dividir opiniões, é certo que a aparência do sedã será agressiva, a ver pelos fortes vincos que saem da grade em direção ao capô. As rodas dos modelos têm desenho que remetem ao visto nas do "irmão maior", M8. Na traseira, tanto o M3 quanto o M4 ostentarão quatro saídas de escapamento, divididas em dois pares de cada lado, abrigadas em difusores no para-choque. BMW M3 Reprodução/BMW A mecânica dos esportivos permanece em segredo, mas rumores apontam para um motor 3.0 biturbo de 6 cilindros com diferentes potências entre as versões, variando entre 460 e 510 cavalos. Os teasers revelam ainda que uma opção de câmbio manual de 6 marchas estará disponível, além da automática de 8 marchas. Não se sabe, porém, se a transmissão com pedal de embreagem estará no M3, no M4 ou nos dois, mas ela estará em uma configuração exclusiva. BMW M4 Reprodução/BMW Novo BMW Série 3 fica mais moderno e até 'fala' com o motorista
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21/09 - Toyota anuncia transferência da sede administrativa para Sorocaba
Atualmente a sede fica na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Segundo a assessoria, a transferência será gradual e tem previsão de término até a metade de 2021. Toyota transfere sede administrativa para Sorocaba Toyota do Brasil/Divulgação A Toyota anunciou que irá transferir a sua sede administrativa de São Bernardo do Campo (SP) para Sorocaba (SP) a partir de janeiro de 2021. A informação foi confirmada pela assessoria nesta segunda-feira (21). A empresa informou que o aviso foi divulgado para os funcionários na última sexta-feira (18). Segundo a assessoria, a transferência será gradual e tem previsão de término até a metade de 2021. Unidade de Sorocaba é uma das maiores da empresa Divulgação Até o momento, não há previsão de novas contratações para Sorocaba. A unidade, que fica próximo à Rodovia Castello Branco, é uma das maiores da empresa, produzindo os modelos Etios e Yaris. A Toyota também tem fábrica em Porto Feliz (SP), que é responsável pela produção de motores. Já a fábrica de São Bernardo do Campo não sofrerá mudanças, segundo a empresa. A transferência será feita para que a sede fique mais próxima de suas grandes sedes de produção atualmente no país. Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí
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21/09 - Jac iEV330P, primeira picape 100% elétrica, chega por R$ 289.900
Modelo tem até 320 km de autonomia. A marca também iniciou as vendas do caminhão elétrico iEV 1200T. Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors A Jac Motors oficializou o início das vendas da iEV330P, a primeira picape 100% elétrica do mundo. Apresentada ao Brasil há um ano e disponível em pré-venda desde abril, ela agora chega a todas as lojas da marca por R$ 289.900 com foco nos frotistas. VÍDEO: G1 já andou no caminhão elétrico Jac iEV 1200T O modelo é equipado com um motor elétrico movimentado por baterias de fosfato de ferro-lítio de até 67,2 kWh, e que entrega 150 cavalos de potência e 33,7 kgfm de torque. A tração é traseira e o peso em ordem de marcha é de 2.200 kg (364 kg são das baterias). Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors Dimensões da Jac iEV330P: Comprimento: 5,62 Largura: 1,88 m Altura:1,83 m Entre-eixos: 3,38 m De acordo com a Jac, a iEV330P vai de 0 a 50 km/h em 5,1 segundos e a velocidade máxima é de 97 km/h. A autonomia é de até 320 km com uma carga completa. Para recarregar as baterias da picape em um wallbox de 7,4 kW (carregador oferecido pela marca para ser instalado em uma rede elétrica particular), o tempo será de aproximadamente 8 horas de 20 a 100%. Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors Em um ponto de recarga rápido, como o disponível em postos, o mesmo processo pode ser feito em 1h30. A regeneração de energia em frenagens e desacelerações também auxilia na carga das baterias. Dimensões da caçamba: Comprimento: 1,81 m Largura: 1,52 m Altura: 470 cm Disponível em versão única, sem opcionais, a picape oferece de série ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, faróis com regulagem de altura e luzes diurnas de LED, faróis e lanternas de neblina, sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, central multimídia com tela de 7 polegadas. Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors A lista segue com volante revestido de couro, rodas de liga leve de 18 polegadas, airbag duplo frontal, monitoramento de pressão dos pneus e alerta sonoro para pedestres até 25 km/h. Caminhão elétrico A Jac também iniciou as vendas do iEV 1200T, seu caminhão elétrico que pode levar até 4 toneladas de carga, por R$ 349.900. O G1 já andou no modelo. Caminhão elétrico da Jac, o iEV 1200T tem vocação urbana Fábio Tito/G1 O modelo é equipado com motor elétrico de 177 cv de potência e 122,4 kgfm de torque, que o levam de 0 a 50 km/h em 9 segundos. Sua velocidade máxima é de 90 km/h. De acordo com a Jac, o iEV 1200T oferece uma autonomia de até 250 km em uso urbano com 2 toneladas de carga, e de 180 km carregado com 4 toneladas. Para recarregar, são 11 horas no wallbox e 2 horas em um posto de recarga rápida. Entre os equipamentos de série estão ar-condicionado, alerta sonoro para pedestres, central multimídia com tela de 10,25 polegadas com bluetooh, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, volante revestido de couro, luzes diurnas em LED, faróis com regulagem elétrica de altura e faróis e lanternas de neblina. Conheça o Jac iEV 1200T, o primeiro caminhão elétrico à venda no Brasil
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18/09 - Chevrolet confirma Onix Plus Midnight com visual todo preto
Entre as exclusividades estão rodas, grade e o logo da marca na cor preta. O modelo deverá ser equipado com motor 1.0 turbo de 116 cv. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação/Chevrolet A Chevrolet confirmou nesta sexta-feira (18) o lançamento da série Midnight para o Onix Plus, que terá como diferencial uma aparência mais esportiva pelos acabamentos em preto. O modelo deverá ser apresentado oficialmente até o início de outubro. Mesmo com apenas uma imagem revelada, já é possível prever o visual do Onix Plus Midnight, que repetirá a receita já vista na picape S10 e no SUV Equinox. Todos os detalhes e acabamentos serão pretos, como a gravata da Chevrolet, as rodas e a grade, além da pintura da carroceria. Os faróis deverão ser os mesmos do Onix RS, com máscara negra. De acordo com a marca, a série dá um "toque extra de ousadia incomum em sedãs". A marca ainda não confirma em qual versão a série será baseada, mas ela deverá ser equipada com o motor 1.0 turbo de 3 cilindros, com 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque, e câmbio automático de 6 marchas. Onix RS chega antes Chevrolet Onix RS Divulgação A Chevrolet também confirmou a chegada do Onix RS ao mercado brasileiro, o que acontecerá já na próxima semana. Por enquanto, a empresa afirmou apenas que ele será equipado com o motor 1.0 turbo, já presente nas demais configurações. É a primeira vez que um veículo da empresa no Brasil recebe esta configuração. "O conceito RS na linha Chevrolet foca no aspiracional e agrega um visual bem esportivo ao veículo", disse, em nota, Hermann Mahnke, diretor de marketing da General Motors América do Sul.
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17/09 - Funcionários da Volkswagen de São Carlos aprovam estabilidade e plano de demissão voluntária
Proposta foi aprovada em assembleia na tarde desta quinta-feira (17) na fábrica. Funcionários da Volkswagen de São Carlos aprovam estabilidade e plano de demissão voluntária Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos/Divulgação Funcionários da Volkswagen de São Carlos (SP) aprovaram, na tarde desta quinta-feira (17), a proposta apresentada pela montadora junto aos sindicatos das cidades onde a empresa possui fábrica, para alterar pontos do acordo coletivo. A proposta aprovada prevê estabilidade de 5 anos e a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) com pagamento de até 20 salários para quem aderir. A proposta original da empresa era demitir 35% dos trabalhadores. A votação foi feita em assembleia respeitando o distanciamento mínimo devido à pandemia do coronavírus. Além de São Carlos, o acordo já foi aprovado em São Bernardo do Campo, Taubaté e em São José dos Pinhais. Em São Carlos, cerca de 850 funcionários participaram da assembleia, que teve início às 14h30. A proposta teve aprovação de 99% dos trabalhadores. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do município, a fábrica conta com 920 trabalhadores no total. Fábrica da Volkswagen em São Carlos Divulgação Os principais pontos da proposta da empresa em todas as fábricas foram: garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; possibilidade de utilização do layoff até o limite de 10 meses; teto salarial reduzido em 17,05% para os horistas admitidos a partir de 2021; prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Além das cláusulas do acordo coletivo, a Volkswagen e os sindicatos ainda acertaram algumas propostas relacionadas a possíveis novos produtos nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. Uma das sugestões é garantir que um modelo produzido no ABC Paulista também possa ser feito no interior, mesmo sem estar utilizando a capacidade máxima em São Bernardo. A contrapartida é que o volume de produção na primeira unidade deverá ser maior que na segunda. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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17/09 - Volkswagen atualiza VW Play com modo valet que 'dedura' até quais portas foram abertas
Velocidade máxima atingida e distância percorrida também serão registradas. A atualização, que também promete mais estabilidade ao sistema, é gratuita e opcional. VW Play em modo valet Divulgação/Volkswagen A Volkswagen anunciou nesta quinta-feira (17) a primeira atualização da central multimídia VW Play, que equipa Nivus e T-Cross. A partir da próxima semana, os usuários terão mais segurança no modo Valet, que registrará diversos parâmetros do veículo. Segundo a marca, os aprimoramentos no sistema serão constantes. O modo, que limita as funções do veículo para manobristas, passa a gravar dados do que aconteceu com o carro durante esse período, como a velocidade máxima atingida, a distância percorrida e quais portas foram abertas, incluindo porta-malas e capô. Todo o processo de gravação é apresentado na tela da central, deixando claro para quem estiver dirigindo ou mexendo no veículo de que ele está sendo monitorado. Ao desativar o modo Valet, pela senha definida pelo proprietário, as informações são apagadas. Volkswagen Nivus tem plataforma de Polo, mas deve roubar clientes do T-Cross; G1 conheceu “Esta é uma novidade construída com base em depoimentos de clientes Volkswagen que gostariam de ter informações sobre o modo que seu veículo foi tratado em um estacionamento, por exemplo”, afirma Matheus Arantes, gerente de engenharia elétrica da Volkswagen do Brasil. Além disso, a atualização também promete mais estabilidade no funcionamento do sistema, correções em possíveis falhas de áudio, imagem e Wi-Fi, bem como melhorias de conexão com Android Auto e Apple CarPlay. A Volkswagen destaca que a atualização é opcional. Quem optar por não fazê-la, apenas ficará sem as novidades, sem prejuízos, assim como acontece em smartphones. O processo é gratuito e deve ser feito em uma concessionária da marca mediante agendamento. Atualizações constantes A fabricante também apontou que esta é apenas a primeira atualização que o VW Play receberá ao longo do tempo. A intenção da Volkswagen é tornar o sistema atualizável justamente como o de um smartphone, alterado e inserindo funções, e corrigindo problemas. “Trabalhamos para trazer ainda mais inovação aos nossos clientes e também para aprimorar os dispositivos que já estão nas ruas. Essa é uma prática muito comum e frequente no mundo tecnológico, pois a evolução é constante", disse Matheus Arantes. G1 acompanhou a produção do Nivus Veja como é a produção do Volkswagen Nivus na fábrica que já fez o Fusca
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17/09 - Funcionários da Volkswagen em São José dos Pinhais aprovam proposta de estabilidade por 5 anos e plano de demissão voluntária
Votação foi realizada pela internet e de maneira presencial em dois turnos, entre terça (15) e quarta-feira (16). Votação foi feita pela internet e de maneira presencial em dois turnos Divulgação Os trabalhadores da Volkswagen em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, aprovaram, entre esta terça-feira (15) e quarta (16), a proposta de garantia dos empregos por 5 anos. A proposta original da Volkswagen, apresentada em meados de agosto, era demitir 35% dos trabalhadores no Brasil. A votação foi feita pela internet e de maneira presencial em dois turnos. Dos 2.136 votos, 97% foram a favor da proposta, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC). O plano engloba a garantia dos empregos através do layoff, que é suspensão do contrato de trabalho com o trabalhador recebendo seguro desemprego e a empresa complementando o salário até 82,5%. A proposta também estabelece a abertura de um plano de demissão voluntária e participação nos lucros e resultados de R$ 12,8 mil para 2020 com reajuste pelo INPC até 2024. Veja abaixo os principais pontos da proposta da empresa, segundo o sindicato: Garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; Abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; Fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; Correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; Possibilidade de utilização do layoff (suspensão temporária do contrato de trabalho) até o limite de 10 meses; Prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Cenário de crise Em julho, o presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si afirmou que a empresa teria "fôlego" para "alguns meses" antes de pensar em demissões no país. Na ocasião, o executivo já havia dito que a empresa iria conversar com os sindicatos para realizar a adequação da força de trabalho. "Se não tivermos uma melhora (nas vendas), teremos que adequar as fábricas, sim, mas essa será uma conversa que primeiro teremos com os sindicatos, no momento certo, ainda não tomamos uma decisão. E acho que vamos esperar mais um pouco para isso", afirmou, na época. Veja mais notícias no G1 Paraná.
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17/09 - Honda WR-V 2021 ganha nova versão de entrada e parte de R$ 83.400
Além de alterações visuais, todas as versões têm controles de estabilidade e tração, e assistente de partida em rampas. Modelo segue com motor 1.5 e câmbio CVT. Honda WR-V Divulgação/Honda A Honda lançou nesta quinta-feira (17) a linha 2021 do WR-V, que ganhou alterações visuais e de equipamentos. O modelo também ganha uma nova versão de entrada, a LX, que parte de R$ 83.400. As vendas começam no próximo mês de outubro. Veja os preços da linha 2021 do WR-V: LX - R$ 83.400 EX - R$ 90.300 EXL - R$ 94.700 As novidades estéticas do modelo são discretas, mas representam uma evolução. Com exceção da versão de entrada, os faróis e lanternas ganharam um redesenho interno para receberem a nova iluminação de LEDs. Honda WR-V Divulgação/Honda Na dianteira, o WR-V também passou por alterações na grade, com filetes horizontais, e nos nichos dos faróis de neblina. A barra cromada acima do rebaixo da placa, na traseira, agora é da cor da carroceria. As rodas, de 16 polegadas, são as mesmas do modelo antigo. Ele continuará sendo ofertado nas cores branco Tafetá, prata Platinum, cinza Barium, preto Cristal, branco Estelar e vermelho Mercúrio. A novidade está na cor azul Cósmico metálica, já presente no HR-V. Por dentro, o modelo recebe uma nova padronagem de materiais, tanto no painel, quanto nos bancos. Já entre os equipamentos, o destaque vai para os controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e alerta de frenagem emergencial em todas as versões. Interior do WR-V passou apenas por mudança nos materiais utilizados, sem alterações de desenho. Divulgação/Honda O conjunto mecânico do WR-V permanece o mesmo, combinando o motor 1.5 flex de até 116 cavalos de potência e 15,3 kgfm de torque com etanol, e o câmbio automático CVT. Versões Veja abaixo os equipamentos de cada uma das versões do WR-V 2021. Versão de entrada, LX, tem faróis mais simples e rodas prateadas. Divulgação/Honda LX: direção elétrica, vidros e travas elétricos, volante com regulagem de altura e profundidade, retrovisores elétricos com repetidores de seta, luzes diurnas em LED, faróis de neblina, ar-condicionado, airbag duplo, isofix e monitoramento de pressão dos pneus. A lista segue com controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e alerta de frenagem emergencial, faróis automáticos, faróis de neblina, rodas aro 16, sistema de som com bluetooth e câmera de ré. Faróis de LED e rodas diamantadas estão presentes das versões EX e EXL. Divulgação/Honda EX: itens da versão LX, mais faróis principais e de neblina em LED, lanternas de LED, airbags laterais (somando 4), ar-condicionado digital automático, rodas com acabamento diamantado, borboletas para simulação de troca de marchas, sensores de estacionamento traseiros, regulagem de altura dos faróis, central multimídia com Apple Carplay e Android Auto e volante revestido de couro. EXL: itens das versões anteriores, mais retrovisor interno eletrocrômico, sensores de estacionamento dianteiros, bancos de couro, GPS integrado e airbags de cortina (somando 6). Lanternas de LED são das versões EX e EXL; barra acima da placa agora é da cor da carroceria. Divulgação/Honda Esta matéria está em atualização.
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17/09 - Volkswagen Taos é o nome do novo SUV da marca; modelo virá ao Brasil em 2021
Até então conhecido como "Projeto Tarek", o modelo será produzido na Argentina. Sua apresentação está marcada para outubro. Teaser do novo Volkswagen Tarek Divulgação A Volkswagen revelou nesta quinta-feira (17) o nome do seu novo SUV: até então conhecido por "Tarek", ele se chamará Taos. Com apresentação marcada para o próximo dia 13 de outubro, o modelo será fabricado na Argentina, de onde será exportado para o Brasil em 2021. De acordo com a marca, que não conta a origem do nome, será caracterizado por altos níveis de segurança, tecnologia e conforto, bem como um design moderno, e motores e transmissões de última geração. Na prática, ele será mais um futuro rival do Jeep Compass. Ficará acima do T-Cross e abaixo do Tiguan, que é importado. Sua chegada deve ocorrer no primeiro semestre do próximo ano, apesar de já ser visto rodando em testes no Brasil. Na Argentina, o modelo já está em fase final de pré-produção. Volkswagen Tarek rodando em testes em São Bernardo do Campo, SP André Paixão/G1 Por que a Argentina O Taos é resultado de investimentos de US$ 650 milhões para o primeiro SUV que a Volkswagen vai produzir na Argentina. Assim como o T-Cross, o Taos será construído sobre a plataforma MQB, a mais moderna da Volkswagen para carros convencionais — posteriormente, a marca criou uma só para elétricos. "A Argentina é um pilar fundamental para a Volkswagen América Latina. Nosso objetivo é fortalecer a marca na região, gerando uma base financeira sólida e alcançando maior participação no mercado e mais rentabilidade", disse o argentino Pablo Di Si, presidente da marca na América Latina. Taos já existe na China Volkswagen Tarek no Salão de Xangai 2019 André Paixão/G1 O Taos já é vendido na China como Tharu. O G1 esteve no Salão de Xangai de 2019 e conheceu o modelo (vídeo abaixo). Ele traz elementos bem conhecidos dos Volkswagen vendidos no Brasil, como o quadro de instrumentos digital e o mesmo padrão de peças como volante e alavanca de câmbio. É possível que o Taos vendido por aqui tenha elementos visuais próprios, como grade dianteira, faróis e também o novo logotipo da empresa, que estreou no Nivus. Salão de Xangai 2019: conheça o Volkswagen Tarek Esta matéria está em atualização.
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17/09 - Ministério Público pede à Justiça recall de 1,2 milhão de Chevrolet Onix no Brasil
A ação prevê reforços estruturais em todas as unidades vendidas entre 2012 e 2018. Para a General Motors, o carro sempre atendeu as especificações legais. Chevrolet Onix passa por teste de colisão lateral Divulgação / Latin NCap O Ministério Público Federal entrou com uma ação que pede à Justiça o recall de 1,2 milhão de unidades do Chevrolet Onix no Brasil, alegando insegurança após o modelo ter zerado em um teste de impacto lateral em 2017, no Latin NCap. A ação civil pública é movida em conjunto com o Ministério Público de Minas Gerais contra a General Motors e o Denatran (responsável por liberar a comercialização de um veículo no país), determinando que a empresa realize reforços estruturais em modelos fabricados de 2012 a 2018. Para o procurador da República Cléber Eustáquio Neves, "o modelo comercializado no Brasil não cumpre a regulação de proteção contra impacto lateral básica das Nações Unidas [UN95], sendo que o modelo equivalente da GM vendido na Europa e nos Estados Unidos tem resultados muito melhores de segurança do que o disponibilizado em nosso país". "O que se percebe é que, desde 2012, a GM do Brasil colocou no mercado brasileiro veículo impróprio e inadequado para uso, que contribuiu e ainda contribui para a ocorrência de inúmeros acidentes com consequências irreversíveis", diz o comunicado do MPF. Ao G1, a General Motors do Brasil disse que o carro sempre atendeu todas as especificações legais de segurança veicular exigidas no Brasil e que obteve 3 estrelas quando foi lançado. A montadora disse ainda que o resultado de zero estrela só veio após uma mudança de protocolo do Latin NCap, mas que isso aconteceu quando o carro já estava sendo ajustado para atender às novas regras do órgão e, por isso, recebeu 3 estrelas novamente quando foi testado em janeiro de 2018. Chevrolet Onix fica com zero estrelas em teste de colisão Mudança após 2018 O Ministério Público também justifica a ação alegando que a fabricante alterou a estrutura do Chevrolet Onix após o teste com resultado de zero estrela. Com a mudança, o modelo passou a ter 3 estrelas. "É evidente que a montadora sabia da periculosidade que esses automóveis proporcionam aos seus proprietários, e foi por essa razão que alteraram suas características, para que fosse minimamente resistente a impactos laterais", disse o promotor de Justiça Fernando Martins. O promotor diz ainda que os modelos continuam oferecendo riscos, já que seguem circulando pelas ruas brasileiras. Chevrolet Onix muda e nota em teste de colisão sobe para 3 estrelas Pedidos Além dos reparos nas unidades vendidas, a ação pede ainda que a Justiça Federal determine a realização, pela General Motors, da convocação do modelo pela imprensa. Outro pedido é para que a União, pelo Contran e Denatran, altere a legislação de segurança veicular para os padrões da ONU (UN95). O Ministério Público também pediu que o Denatran apresente, em até 90 dias, um laudo técnico apontando se o Onix foi fabricado em conformidade com os projetos apresentados pela fabricante e aprovados pelo órgão. Veja abaixo a resposta da General Motors do Brasil na íntegra: A GM esclarece: O carro foi avaliado em 3 estrelas quando foi lançado; O Latin NCAP mudou o protocolo e testou novamente com o resultado de 0 estrela, em maio de 2017; Isso aconteceu quando o carro já estava sendo ajustado de acordo com nosso planejamento; Na sequência, janeiro de 2018, o carro foi testado novamente e se tornou de novo 3 estrelas; Portanto o carro não foi 0 estrela no período 2012 a 2018; O carro sempre atendeu todas as especificações legais de segurança veicular exigidas no Brasil. Assista mais vídeos de CARROS no G1
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17/09 - Scania lança linha de caminhões elétricos na Europa
São dois modelos, que podem receber 5 ou 9 conjuntos de baterias. Autonomia, com o maior pacote, chega a 250 km. Caminhão elétrico da Scania Divulgação A Scania lançou nesta terça-feira (15) na Europa sua primeira linha de caminhões elétricos. São dois modelos, das séries L e P, voltados para o transporte urbano. Ainda não há previsão de venda no Brasil. Segundo a empresa, os modelos saem de fábrica com motor elétrico que rende o equivalente a 310 cavalos. Eles são alimentados por kits de 5 ou 9 baterias, que podem armazenar de 165 e 300 kWh. Nesse último caso, a autonomia é de até 250 km. Mercedes-Benz apresenta caminhão a hidrogênio e planeja início dos testes em 2023 Caminhão elétrico da Scania Divulgação Sem um motor a combustão, a Scania armazenou uma das baterias onde antes ficava o propulsor. As demais foram dispostas ao longo da lateral do chassi. “Estamos convencidos de que os clientes progressistas estarão ansiosos para liderar o caminho para a eletrificação, dando os primeiros passos para preparar suas frotas para o futuro”, disse Anders Lampinen, diretor de Novas Tecnologias da Scania. A empresa afirma que os veículos podem ser utilizados como baús frigoríficos, basculantes, betoneiras e coletores de lixo, além de serviços de incêndio e resgate. Além dos modelos elétricos, a Scania também irá disponibilizar caminhões híbridos plug-in, que podem ser recarregados na tomada. Nesse caso, além do motor a combustão (a diesel ou gás), há um motor adicional, que garante autonomia de até 60 km usando apenas eletricidade. Mercedes-Benz eActros Mercedes-Benz/Divulgação Com essa iniciativa, a Scania acaba saindo na frente da rival alemã, Mercedes, que prometeu para o ano que vem o início da produção em série da versão elétrica do Actros. Enquanto isso, a conterrânea, Volvo, também já oferece, ainda que de forma limitada, os modelos FL e FE movidos a eletricidade. Além do ganho ambiental, caminhões elétricos se mostram mais vantajosos em grandes centros urbanos europeus. Segundo a Scana, atualmente, há 274 áreas de restrição a veículos a diesel nos países do continente. Com um veículo elétrico, as entregas passam a ser possíveis, inclusive até tarde da noite, já que veículos desse tipo não têm barulho do motor, e, por isso, não ferem leis de restrição de ruídos. Brasil já tem caminhões elétricos Volkswagen e-Delivery Marcelo Brandt/G1 Apesar de parecer improvável que a Scania traga esses modelos elétricos para o Brasil, outras duas marcas já têm planos bastante avançados para veículos do tipo por aqui. A primeira delas é a Volkswagen - que, assim como a Scania, pertence do Grupo Traton. Desde 2017, a empresa desenvolve um caminhão elétrico especificamente para o mercado brasileiro. G1 testa caminhão elétrico criado no Brasil O G1 já testou o modelo, que segue em testes pelas ruas de São Paulo. A produção em série está prevista para começar no ano que vem. Outra marca, a Jac Motors, já comercializa um caminhão elétrico no Brasil. É o iEV 1200T, que o G1 também já testou. Conheça o Jac iEV 1200T, o primeiro caminhão elétrico à venda no Brasil VEJA MAIS CONTEÚDO SOBRE CAMINHÕES
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16/09 - Carro voador turco levanta voo a 10 metros de altura; assista
Empresa desenvolvedora do veículo, chamado de Cezeri, disse que levará 15 anos para que os primeiros veículos do tipo se tornem uma realidade nos céus da Turquia. Protótipo de carro voador da Turquia faz primeiro teste de voo com sucesso O primeiro carro voador da Turquia fez uma voo experimental nesta semana em Istambul. Em vídeo divulgado nesta quarta-feira (16), a empresa Baykar Defense mostra o veículo a 10 metros de altura. Chamado de Cezeri, o modelo deve ir muito além do que foi visto no sobrevoo de teste. A expectativa é que o carro voador, de 230 kg, alcance 2 mil metros de altura e faça deslocamentos a uma velocidade de 100 km/h. VÍDEO: moto voadora cai em Dubai “Faremos protótipos mais avançados no próximo processo e realizaremos voos com um humano [a bordo]”, disse Selcuk Bayraktar, o diretor de tecnologia da empresa. O teste inicial foi feito com o protótipo sendo comandado à distância, sem passageiros. Carro voador Cezeri em testes na Turquia Divulgação A Baykar Defense afirmou, no entanto, que levará cerca de 15 anos para que os primeiros carros voadores se tornem uma realidade nos céus da Turquia. Os veículos voadores de pequeno porte tripulados estão em franco desenvolvimento pelo mundo. No Japão, um teste similar foi divulgado pela startup Skydrive, no final de agosto. O veículo fez voo de 4 minutos na ocasião com um piloto a bordo. Carro voador ou 'drone gigante'? Ainda não está certo qual será o modelo definitivo dos chamados carros voadores, mas a maioria dos protótipos não tem rodas. Além disso, os veículos em testes parecem mais "drones gigantes" tripulados, já que a tecnologia para voar, baseada em várias hélices, é muito similar a dos drones. Em fase ainda de experimentos, esses veículos não estão aptos a voarem pelas cidades, tanto por falta de legislação específica, como pela segurança. Em junho passado, a empresa Hoversurf divulgou um acidente de sua moto voadora em Dubai. Relembre a queda da moto voadora em Dubai Moto voadora sofre acidente em Dubai Carro japonês faz sobrevoo de 4 minutos; assista Carro voador faz sobrevoo de 4 minutos no Japão
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16/09 - Trabalhadores da Volks de Taubaté aprovam proposta de estabilidade por 5 anos e plano de demissão voluntária
Proposta foi aprovada em assembleia na tarde desta quarta-feira (16) na fábrica. Trabalhadores da Volks de Taubaté aprovam proposta de estabilidade por 5 anos e plano de demissão voluntária Tiago Bezerra/ TV Vanguarda Funcionários da Volkswagen de Taubaté aprovaram na tarde desta quarta-feira (16) a proposta apresentada pela montadora junto aos sindicatos das cidades onde a empresa possui fábrica para alterar pontos do acordo coletivo. A proposta aprovada prevê estabilidade de 5 anos e a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) com pagamento de até 20 salários para quem aderir. A proposta original da empresa era demitir 35% dos trabalhadores. A votação foi feita em assembleia respeitando o distanciamento mínimo devido à pandemia do coronavírus. Em Taubaté só foram registrados dois votos contrários à proposta. A planta tem cerca de 3,1 mil trabalhadores. As atividades na fábrica foram retomadas no início de junho, com a volta de 1,8 mil funcionários após paralisação em março por conta da pandemia. No final de julho, outro grupo de cerca de 1,1 mil trabalhadores retornou após um período de layoff. Além de Taubaté, o acordo já foi aprovado na terça em São Bernardo do Campo. Os principais pontos da proposta da empresa em todas as fábricas foram: garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; possibilidade de utilização do layoff até o limite de 10 meses; teto salarial reduzido em 17,05% para os horistas admitidos a partir de 2021; A prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Além das cláusulas do acordo coletivo, a Volkswagen e os sindicatos ainda acertaram algumas propostas relacionadas a possíveis novos produtos nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. Uma das sugestões é garantir que um modelo produzido no ABC Paulista também possa ser feito no interior, mesmo sem estar utilizando a capacidade máxima em São Bernardo. A contrapartida é que o volume de produção na primeira unidade deverá ser maior que na segunda. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região
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16/09 - Ferrari faz primeiro lançamento online de sua história e mostra a nova Portofino M
Esportivo é o modelo de entrada da marca. Nessa nova versão, motor V8 ganhou 20 cv, e chegou a 620 cv. Ferrari Portofino M Divulgação A Ferrari realizou nesta quarta-feira (16) o primeiro lançamento totalmente online de sua história. O modelo escolhido para inaugurar essa nova modalidade foi a Portofino M, evolução do conversível lançado no Salão de Frankfurt de 2017. O lançamento também é o primeiro após a pandemia do coronavírus, que atingiu de forma severa a região norte da Itália, onde está localizada a Ferrari. A produção em Maranello inclusive foi paralisada durante semanas por razões óbvias. Lamborghini lança supercarro de 830 cv que não pode rodar nas ruas Segundo a Ferrari, a Portofino M chega agora como uma “redescoberta” da marca. O M no nome do modelo vem da inicial da palavra italiana Modificata, usada para designar modelos que ganharam alguma modificação. Ferrari Portofino M Divulgação No caso da Portofino, as maiores mudanças estão no conjunto mecânico. O motor V8 de 3,9 litros ganhou 20 cavalos, chegando aos 620 cv. A potência adicional veio graças à um novo comando de válvulas, que permite melhor enchimento da câmara de combustão. O câmbio também é novo. A Ferrari substituiu a transmissão de dupla embreagem e 7 marchas por uma da mesma arquitetura, mas com uma marcha extra. Na comparação com a SF90 Stradale, a relação é mais longa, enquanto a ré tem acionamento mecânico. A Ferrari ainda fez diversas modificações na central de comando do motor e no escape. Os silenciadores foram eliminados, para garantir um som ainda mais marcante. Curiosamente, a Ferrari não divulgou números de desempenho da Portofino M. A marca apenas disse que o carro está mais rápido. O modelo anterior podia acelerar de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e alcançar velocidade máxima de 320 km/h. Ferrari Portofino M Divulgação Pela primeira vez em uma Ferrari de entrada, o motorista poderá escolher entre 5 modos de direção no chamado Manettino. A novidade é o programa Race, o mais extremo. Além dele, há configurações Comfort, Sport, Wet e ESC Off. As mudanças visuais da Portofino são bem pontuais. E foram pensadas na melhoria do desempenho do veículo. Quase todas as alterações estão nas tomadas de ar, redesenhadas para melhorar o fluxo. Na traseira, as saídas de escape são novas. Com isso, o para-choque também tem um formato levemente alterado. VÍDEO: G1 conheceu a Portofino no lançamento, em 2017 G1 no Salão de Frankfurt: Conheça a Portofino, novo modelo de entrada da Ferrari
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16/09 - Nissan Z Proto antecipa esportivo com motor V6 biturbo e câmbio manual
Conceito do futuro 400Z, que deve ser apresentado até 2022, se inspira nos antepassados da linha de esportivos da marca. Nissan Z Proto Divulgação/Nissan A linha esportiva Z da Nissan está prestes a ganhar um sucessor, o 400Z. Enquanto isso não acontece, a marca revelou o Z Proto, um conceito que antecipa algumas características do modelo final: o visual, que homenageia o legado de 50 anos da família de esportivos, e o belo conjunto mecânico. A própria Nissan destaca algumas das inspirações do conceito, como a cor amarela e a grade herdadas do 240Z, de 1970, além da caída do capô e do formato dos faróis de LED vindos do 240ZG, dos anos 70. A grade também repete as linhas dos recentes 350Z e 370Z. Nissan Z Proto Divulgação/Nissan De lado o Z Proto mantém traços clássicos dos modelos já citados, com uma pequena janela lateral traseira com base ascendente. Já a traseira é inspirada no 300ZX, dos anos 1990, mas com lanternas iluminadas com LEDs na nova versão. As rodas são de 19 polegadas. Veja as dimensões do Z Proto: Comprimento: 4,38 m Largura: 1,85 m Altura: 1,31 m Rodas/pneus: 255/40 R19 (frente) e 285/35 R19 (traseira) O interior do conceito mostra quão pronto o modelo já está, com acabamentos e equipamentos já dentro da realidade. Há quadro de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas, volante com comandos de áudio e telefone, e central multimídia já com formato das utilizadas em outros modelos da Nissan. Nissan Z Proto Divulgação/Nissan Os comandos de ar-condicionado são físicos e o freio de estacionamento tem acionamento por alavanca, mostrando apego a algumas tradições. Se a aparência poderá dividir opiniões, o conjunto mecânico deverá ser uma unanimidade entre os amantes de carro. O Z Proto é equipado com um motor 3.0 V6 biturbo e câmbio manual de 6 marchas. Rumores apontam para uma potência de aproximadamente 400 cavalos. Nissan Z Proto Divulgação/Nissan Nissan Z Proto Divulgação/Nissan
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16/09 - Motorista em acidente fatal de carro autônomo do Uber é acusada de homicídio nos EUA
Polícia disse que o acidente era "totalmente evitável" e que o condutor estava assistindo ao programa de TV "The Voice" no momento do acidente. Mulher foi atropelada e morreu. Carro autônomo do Uber atropela e mata uma mulher A motorista de segurança ao volante de um veículo de teste autônomo do Uber que atingiu e matou uma mulher em Tempe, Arizona, em 2018, foi acusada de homicídio negligente, disseram os promotores na terça-feira (15). Rafaela Vasquez, de 46 anos, se declarou inocente depois de ser acusada da morte de Elaine Herzberg em 27 de agosto, mostram os registros do tribunal. Ela foi libertada enquanto aguarda o julgamento marcado para fevereiro de 2021. VÍDEO: carro voador faz voo de 4 minutos em teste no Japão Herzberg morreu depois de ser atingida enquanto caminhava de bicicleta em uma rua à noite. A primeira morte registrada envolvendo um veículo autônomo gerou preocupações de segurança significativas sobre a nascente indústria de veículos autônomos. O Uber não quis comentar. Um advogado de Vasquez não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Motorista assistia "The Voice" Um relatório da polícia de Tempe disse que Vasquez estava repetidamente olhando para baixo em vez de manter os olhos na estrada. Em março de 2019, os promotores disseram que o Uber não era criminalmente responsável pelo acidente. “Dirigir distraído é uma questão de grande importância em nossa comunidade”, disse o procurador do condado de Maricopa, Allister Adel. “Quando um motorista fica atrás do volante de um carro, ele tem a responsabilidade de controlar e operar o veículo com segurança.” A polícia disse anteriormente que o acidente era "totalmente evitável" e que Vasquez estava assistindo o programa de TV "The Voice" no momento do acidente. Carro autônomo da Uber que atropelou e matou uma pedestre nos EUA é analisado pelo departamento de segurança no transporte dos EUA National Transportation Safety Board/Reuters Em novembro, o National Transportation Safety Board (NTSB), órgão de segurança no trânsito dos EUA, culpou as inações de Vasquez e o Uber por atenção inadequada à segurança e às decisões no desenvolvimento de veículos autônomos da empresa. O NTSB disse que a causa provável foi a falha de Vasquez em monitorar o ambiente de direção "porque ela estava visualmente distraída durante a viagem por seu telefone celular". Ela deveria agir em caso de emergência. O Uber tomou uma série de decisões de desenvolvimento que contribuíram para a causa do acidente, disse o NTSB. O software no Volvo XC90 modificado não identificou corretamente Herzberg como um pedestre e não abordou a "complacência da automação dos operadores". O Uber desativou os sistemas automáticos de frenagem de emergência no veículo Volvo XC90 e impediu o uso de frenagem de emergência imediata, contando com o motorista reserva. Assista vídeos de TECNOLOGIA no G1
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16/09 - Mercedes-Benz apresenta caminhão a hidrogênio e diz que ele estará nas ruas em 2023
GenH2 pode rodar até 1.000 km usando a forma líquida do combustível. Fase inicial será de testes com clientes, e vendas devem começar na segunda metade da década. Mercedes-Benz GenH2 Divulgação A Mercedes-Benz apresentou nesta quarta-feira (16) seu primeiro conceito de caminhão movido a hidrogênio. O GenH2 Truck promete autonomia superior a 1.000 km, e deve ganhar as ruas em 2023, na fase de testes com clientes. A comercialização na Europa, Japão e Estados Unidos está prevista para a segunda metade da década. Até lá, a empresa promete que fará testes exaustivos para comprovar sua viabilidade. Aliás, a Mercedes disse que vai oferecer somente veículos comerciais novos livres de emissões de CO2 nesses mercados até 2039. O Brasil, pelo menos por enquanto, está fora dos planos nessa primeira etapa. Tanques de hidrogênio líquido ficam nas laterais do chassi no Mercedes-Benz GenH2 Divulgação O GenH2 utiliza dois tanques para armazenar um total de 80 kg de hidrogênio líquido. Eles ficam dispostos nas laterais do chassi, como em um similar a diesel. Segundo a Mercedes, a escolha pelo combustível em estado líquido se deu porque ele possui maior carga energética do que na forma gasosa, além de exigir uma menor área para ser armazenado. Esses tanques ainda são capazes de preservar a temperatura do combustível em 253°C negativos, próximo ao zero absoluto. Antes da injeção, o hidrogênio é aquecido, e, em forma de gás, entra no sistema de célula de combustível. O residual expelido pelo escape é vapor de água. Para mover o GenH2, serão usados dois motores elétricos, capazes de gerar, cada um, 312 cavalos e 160,8 kgfm. Se necessário, os propulsores ainda podem entregar picos de 450 cv e 211,2 kgfm. O GenH2 tem peso bruto total de 40 toneladas, e capacidade de transportar até 25 toneladas de carga. Propulsor do caminhão a hidrogênio da Mercedes fica no mesmo lugar do motor, em modelos convencionais Divulgação Corrida pelo hidrogênio Caminhões a hidrogênio são mais uma alternativa aos similares a diesel, que são mais poluentes, e começam a ter a circulação restrita em grandes centros urbanos, principalmente nos países mais desenvolvidos. “O hidrogênio pode ser a alternativa ao diesel. Ele é adequado para grandes distâncias em carros, e também em caminhões, ônibus, trens. E estamos desenvolvendo também motores navais e na aviação”, afirmou Andreas Scheuer, Ministro do Transporte e Infraestrutura Digital da Alemanha, presente no evento, que aconteceu em Berlim. Nessa corrida pelo hidrogênio, Mercedes e Volvo, concorrentes diretas, se uniram há cerca de seis meses para desenvolver a tecnologia, ganhar maior escala de produção, e, assim, reduzir os custos. Porém, o Matin Daum, diretor-executivo da divisão de caminhões da Mercedes-Benz afirmou que a aplicação do hidrogênio nos produtos é de responsabilidade de cada marca. “O que as empresas fazem com isso, é com cada uma. Cooperamos no desenvolvimento, mas continuamos concorrentes”, disse. Além de Mercedes e Volvo, a Bosch, grande fornecedora de peças para a indústria está desenvolvendo sua célula de combustível a hidrogênio. A empresa alemã trabalha em parceria com a Nikola, fabricante americana de veículos elétricos. As duas companhias prometem um caminhão a hidrogênio com mais de 1.000 cv e autonomia superior a 1.100 km. A previsão é que os primeiros veículos sejam entregues em 2023. A Nikola ganhou destaque recentemente após a GM anunciar a compra de 11% da companhia por cerca de US$ 2 bilhões. Custos mais altos De qualquer forma, o caminhão a hidrogênio será mais caro do que um similar a diesel. A expectativa dos custos adicionais, porém, não foi revelada. É natural que o desenvolvimento desta tecnologia faça os preços baixarem, mas isso ainda deve levar algum tempo. Na apresentação desta quarta-feira, o Daum pediu que o custo dos pedágios seja mais baixo para veículos com baixas emissões. Seria uma das formas de parear os custos extra do hidrogênio em relação aos similares a diesel. Nesse caso, é preciso lembrar que o executivo se refere ao transporte de cargas na Europa. Outras alternativas Caminhão elétrico da Mercedes-Benz para longas distâncias Divulgação Além do caminhão movido a hidrogênio, a Mercedes também apresentou um novo modelo elétrico. A segunda versão do eActros será lançada em 2024. Ao contrário da primeira configuração, que chega ao mercado no ano que vem e tem vocação urbana, o modelo mais recente foi pensado para transportes de longo alcance. Por isso, tem autonomia de 500 km. VÍDEO: G1 testou caminhão elétrico criado no Brasil G1 testa caminhão elétrico criado no Brasil VEJA MAIS VÍDEOS SOBRE CAMINHÕES
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16/09 - Jeep Compass S: primeiras impressões
Modelo é um dos carros nacionais mais tecnológicos, mas custa o mesmo que carros de luxo do mesmo porte. Motor diesel e itens de condução semiautônoma são diferenciais. Jeep Compass S André Paixão/G1 A solução encontrada pela Jeep para criar um Compass topo de linha foi bastante simples. A fabricante foi até a prateleira de equipamentos disponíveis para o modelo, (opcinais em algumas versões), juntou tudo, adicionou alguns detalhes estéticos exclusivos e batizou a criação de Série S. O fruto é um dos veículos mais tecnológicos produzidos no Brasil. E olha que o Compass S acaba disputando esse título com modelos de marcas consideradas de luxo, como Audi, BMW, Land Rover e Mercedes-Benz. Não que a Jeep faça carros populares, mas as fabricantes citadas acima costumam vender veículos de faixas de preços ainda mais altas. A sacada do Compass S é tão boa que ele até se beneficiou da mudança de comportamento do público durante a pandemia do coronavírus. Segundo antropólogos contratados pela FCA, os clientes estão buscando os modelos mais completos, considerados "dos sonhos". Com isso, sua participação na família passou de 5% para 7%. Parece pouco, mas é preciso considerar que o modelo custa mais de R$ 200 mil. Na verdade, seu preço de tabela é de exatos R$ 213.190. Outra consequência desse posicionamento é que o Compass topo de linha acabou substituindo um outro Jeep: o Cherokee. A Jeep até exibiu o SUV maior no último Salão do Automóvel, em 2018, mas o câmbio desfavorável afastou as chances de importação. Com isso, coube ao Compass S fabricado em Goiana (PE) cumprir o papel de modelo mais sofisticado. Versátil, ele também se propõe a ser uma opção com pegada esportiva. Pelo menos é isso que a Jeep diz. Tabela de concorrentes do Jeep Compass S Divulgação Diesel ou gasolina? Ao menos na tabela de preços, o Compass acaba fazendo frente a versões de entrada de modelos de luxo, como Volvo XC40 e BMW X1, ou até mesmo a configuração intermediária do Audi Q3. Aqui é preciso considerar que o Jeep tem um trunfo debaixo do capô. Ele é equipado com o conhecido motor 2.0 turbodiesel de 170 cavalos e 35,7 kgfm, que está aliado ao competente câmbio automático de 9 marchas com tração nas 4 rodas e modos de seleção de terreno. Os concorrentes citados acima possuem motor a gasolina e tração dianteira. A escolha pelo motor a diesel ajuda a entender por que o Compass acaba alcançando uma faixa de preços mais elevada. Outra parte da explicação está na lista de equipamentos do modelo. Tudo o que é possível Jeep Compass S Divulgação Entre os itens de série, há sistemas avançados de condução, como alerta e assistente de mudança de faixa, frenagem automática de emergência, controle de velocidade adaptativo, estacionamento autônomo, monitoramento de ponto cego e farol com ajuste automático do facho. Nenhum outro carro produzido no país contempla um pacote de assistências tão farto como ele. Ainda há recursos mais conhecidos, como os 7 airbags e os controles de tração e estabilidade. Em termos de conforto, ele ainda traz itens como bancos dianteiros com ajustes elétricos, acesso e partida por chave presencial, ar-condicionado com duas zonas de temperaturas, teto solar panorâmico, câmera de ré, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, faróis de xenônio, freio de estacionamento eletrônico, retrovisor interno eletrocrômico, rodas de 19 polegadas e central multimídia de 8,4 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay. Jeep Compass S Divulgação O generoso pacote, no entanto, não inclui nenhum recurso inédito para o Compass. Todos esses equipamentos já são oferecidos opcionalmente em outras versões. O que diferencia a S das outras configurações é a opção de carroceria em marrom (a outra cor disponível é a branca dessa unidade das fotos) e os detalhes em grafite em rodas, moldura das janelas e emblemas. Com essas pequenas alterações estéticas a Jeep espera que o Compass S satisfaça não apenas aos clientes que buscam tecnologia, mas também esportividade e luxo. Jeep Compass S traz detalhes em grafite Divulgação Essa variedade de perfis de consumidores parece até “conversa para inglês ver”, já que normalmente luxo e esportividade seguem direções opostas. Pelo menos no caso do Compass, isso não atrapalha no resultado final do produto. A cabine mescla superfícies em material emborrachado e plástico duro, sempre com uma montagem feita de forma cuidadosa. A aparência geral é boa, mas não há o luxo de um Volvo com preço similar, por exemplo. A esportividade também passa longe porque o Compass S não foi feito para andar rápido. Mas seu conjunto mecânico é uma das maiores qualidades porque pode levar o modelo mais longe do que a maioria dos carros que roda por aí. Motor 2.0 diesel é um dos pontos fortes do Jeep Compass S Divulgação Nesse caso, mais longe pode significar uma distância maior. O tanque para 60 litros de diesel e o consumo de 10,2 km/l na cidade e 13,4 km/l na estrada (segundo dados do Inmetro) podem garantir autonomias de mais de 800 km. Durante o período em que o G1 testou o modelo, o Compass chegou a registrar consumo rodoviário até superior ao aferido pelo Inmetro, de 15,6 km/l. Chegar mais longe também pode significar vencer terrenos difíceis. Nesse caso, a tração 4x4 oferece programas específicos para terrenos com rochas, lama, areia ou neve (ou outras superfícies escorregadias). A seleção é feita por meio de um seletor que fica logo acima da alavanca de câmbio. Tração 4x4 do Jeep Compass pode ser acionada por meio de um seletor Divulgação De qualquer forma, os 170 cv e 35,7 kgfm de torque são suficientes para empurrar o SUV de pouco mais de 1.700 kg. Quando há necessidade de mais potência para uma ultrapassagem, o câmbio trata de reduzir uma ou duas marchas e o Compass cumpre a tarefa sem esforço. A suavidade é outro atributo desse conjunto. O motor diesel vibra menos do que similares que usam o mesmo combustível, enquanto a transmissão realiza as trocas de forma suave. Dessa forma, o Compass também se mostra amigável no uso cotidiano. Principalmente porque ainda oferece diversas assistências ao motorista. A frenagem de emergência garante que pequenas distrações não acabem em colisões ou mudanças involuntárias de faixa, por exemplo. O conforto em uma viagem é ainda maior com o controle de velocidade adaptativo, que consegue manter a velocidade desejada com a distância para o veículo da frente. É de luxo? Jeep Compass S André Paixão/G1 Os R$ 213.190 pedidos pela Jeep podem parecer um exagero diante de modelos de marcas consideradas de luxo. Ainda que a Jeep venda veículos de uma faixa de preço elevada, não é correto colocá-la no mesmo grupo de outras fabricantes premium. O lado bom desse cenário é que a manutenção não é a de um veículo de luxo. As 5 primeiras revisões do modelo saem por R$ 6.563, cerca de R$ 1.000 mais em conta do que os serviços de um Volvo XC40 ($ 7.505) ou de um Audi Q3 (R$ 7.614). As revisões dos Compass com motor a diesel ainda acontecem a cada 20 mil km ou 12 meses, contra 10 mil km ou 12 meses de Audi e Volvo. Na BMW, não há um intervalo pré-estabelecido. Considerando que um brasileiro roda, em média, de 10 mil km, a 15 mil km, é provável que o proprietário do Jeep tenha sempre que fazer o serviço uma vez por ano. Desta forma, no levantamento das 5 primeiras revisões do Compass, foram considerados serviços realizados por tempo. Jeep Compass S André Paixão/G1 Falando em Audi e Volvo, tanto Q3 como XC40 possuem porte semelhante ao do Jeep Compass. Só que aproveitam bem melhor o espaço, entregando melhores distância entre-eixos e porta-malas (veja na tabela de concorrentes). Novamente, resta ao Compass se contentar em oferecer motor a diesel, tração 4x4 e mais equipamentos. E olha que na comparação com o XC40 essa vantagem nem é tão grande assim. Na configuração de entrada, Momentum, o sueco só fica devendo teto solar e controle de velocidade adaptativo. Só que ele custa R$ 10 mil a menos: R$ 203.950. Apesar da proposta interessante, a não ser que o comprador vá usar a tração 4x4 do Compass S, há opções de modelos de luxo importados mais interessantes do que o Jeep no mercado. VÍDEOS: outras avaliações de carros
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15/09 - Programa de Demissão Voluntária da GM tem adesão de 235 funcionários em São José, diz sindicato
Benefícios para quem aderiu ao PDV vão de salários adicionais até um carro, dependendo do tempo de fábrica. Fábrica da GM em São José dos Campos Reprodução/TV Vanguarda O Programa de Demissão Voluntária (PDV) aberto pela General Motors em São José dos Campos (SP) teve a adesão de 235 funcionários, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos. O número foi divulgado nesta terça-feira (15). O PDV foi aberto no dia 1º e encerrado no dia 10. Os benefícios para quem aderiu ao plano, como salários adicionais, extensão do convênio médico e um carro Onix Joy Black, variam de acordo com o tempo que cada funcionário tem na GM. Veja abaixo a tabela oferecida no PDV: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios. 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico. 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico. 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico A fábrica da GM em São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer e, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, tem cerca de 3.600 trabalhadores. A empresa foi procurada pelo G1, mas não comentou o número divulgado pelo sindicato. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região
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15/09 - Trabalhadores da Volkswagen no ABC Paulista aprovam proposta de estabilidade por 5 anos e plano de demissão voluntária
Em agosto, fabricante disse que poderia demitir 35% dos funcionários das quatro fábricas no Brasil. Unidades do interior de São Paulo e do Paraná ainda votarão acordo. Trabalhadores da Volkswagen aprovam acordo para manter empregos por 5 anos Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Os trabalhadores da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), no ABC Paulista, aprovaram por unanimidade nesta terça-feira (15) a proposta elaborada pela empresa junto aos sindicatos das cidades onde a empresa possui fábrica para alterar diversos pontos do acordo coletivo. A solução encontrada pelas partes garante emprego dos funcionários por 5 anos. A proposta original da Volkswagen, apresentada em meados de agosto, era demitir 35% dos trabalhadores no Brasil. Além da estabilidade dos postos de trabalho, o plano traz diversos outros pontos, como a abertura de um plano de demissão voluntária (PDV) com pagamento de até 20 salários para quem aderir. Fábrica em São Bernardo do Campo (SP) é a 1ª da Volkswagen fora da Alemanha Divulgação Os funcionários da unidade de São Bernardo, a maior e mais antiga da empresa no Brasil, foram os primeiros a aprovar o acordo. Nesta quarta-feira (16), devem sair os resultados das assembleias nas fábricas de Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR). A votação na fábrica de motores de São Carlos (SP) está prevista para acontecer na próxima quinta-feira (17). Os sindicatos que representam os trabalhadores das três cidades afirmaram ao G1 que estão confiantes na aprovação do acordo. Veja abaixo os principais pontos da proposta da empresa, segundo o sindicato: garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; possibilidade de utilização do layoff até o limite de 10 meses; teto salarial reduzido em 17,05% para os horistas admitidos a partir de 2021; prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Além das cláusulas do acordo coletivo, a Volkswagen e os sindicatos ainda acertaram algumas propostas relacionadas a possíveis novos produtos nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. Uma das sugestões é garantir que um modelo produzido no ABC Paulista também possa ser feito no interior, mesmo sem estar utilizando a capacidade máxima em São Bernardo. A contrapartida é que o volume de produção na primeira unidade deverá ser maior que na segunda. O outro ponto é a exclusividade na unidade de São Bernardo na produção da Saveiro e de uma possível sucessora. Linha de produção da Saveiro na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, SP Celso Tavares/G1 Cenário de crise Em julho, o presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si afirmou que a empresa teria "fôlego" para "alguns meses" antes de pensar em demissões no país. Na ocasião, o executivo já havia dito que a empresa iria conversar com os sindatos para realizar a adequação da força de trabalho. "Se não tivermos uma melhora (nas vendas), teremos que adequar as fábricas, sim, mas essa será uma conversa que primeiro teremos com os sindicatos, no momento certo, ainda não tomamos uma decisão. E acho que vamos esperar mais um pouco para isso", afirmou, na época. VÍDEO: veja como é a produção do Nivus em São Bernardo Veja como é a produção do Volkswagen Nivus na fábrica que já fez o Fusca MAIS VÍDEOS: veja avaliações de carros e motos
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15/09 - Yamaha NMax inspirado em 'Star Wars' chega ao Brasil por R$ 14.390
Baseado no universo cinematográfico da franquia, o scooter tem as opções Aliança Rebelde e Império Galáctico. Cada versão será limitada a 340 unidades. Yamaha NMax 160 Aliança Rebelde Divulgação A Yamaha lançou nesta terça-feira (15) no Brasil o NMax 160 Star Wars em duas versões. Ambas custam R$ 14.390 e contam com freios ABS de série. Baseado no universo cinematográfico da franquia, o scooter tem as opções Aliança Rebelde e Império Galáctico. Cada versão será limitada a 340 unidades, ou seja, somando o total de 680 motos especiais. Yamaha NMax 160 Star Wars Império Galáctico Divulgação Apesar dos grafismos inspirados em 'Star Wars', o NMax segue com o mesmo conjunto mecânico visto na opção tradicional. O motor de 1 cilindro gera potência máxima de 15,1cv a 8.000 rpm e torque máximo de 1,47 kgf a 6.000 rpm. Yamaha NMax 160 Star Wars Divulgação Sempre trabalhando em conjunto com o câmbio automático do tipo CVT, o modelo possui painel digital com dois hodômetros parciais, relógio, computador de bordo e indicadores de pilotagem econômica ECO, de consumo instantâneo e de nível de combustível no tanque — com capacidade de 6,6 litros (1,4 litro de reserva). Yamaha NMax 160 Star Wars Divulgação Yamaha tem motos inspiradas em heróis No Salão Duas Rodas 2019, a Yamaha apresentou seus primeiros modelo em parceria com a Disney. Ainda como protótipos, motos inspiradas em heróis da Marvel foram expostas na feira. Salão Duas Rodas 2019: Yamaha aposta em motos de heróis
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