De acordo com a nova lei de 2026, a adição da categoria A (moto) exige duas aulas práticas, exame prático do Detran e a realização do exame médico, conforme a legislação vigente.
A Autoescola Garantia do Brasil já está ajustada à nova lei e ao programa CNH do Brasil, oferecendo suporte em todas as etapas do processo.
Categoria - B (Carro)
Para a adição da categoria B (carro), o processo segue a nova legislação de 2026, com duas aulas práticas, exame prático do Detran e exame médico obrigatório.
A Garantia do Brasil atua conforme o programa CNH do Brasil, garantindo orientação completa até a aprovação.
1ª Habilitação – É a emissão da primeira carteira nacional de habilitação dos candidatos considerados aptos nos exames médico e psicológico, teórico e prático, para conduzir veiculo automático ou elétrico, do domicilio ou residência do candidato, devendo o condutor, ser penalmente imputável, saber ler e escrever e possuir carteira de identidade ou
Adição de Categoria A (Moto)
Adição da Categoria A - De acordo com a nova lei de 2026, a adição da categoria A (moto) exige duas aulas práticas, exame prático do Detran e a realização do exame médico, conforme a legislação vigente. A Autoescola Garantia do Brasil já está ajustada à nova lei e ao programa CNH do Brasil, oferecendo suporte em todas as etapas do processo.
Com mais de 30 anos de atuação em Sorocaba, a Autoescola Garantia do Brasil é referência na formação de condutores, já tendo preparado milhares de alunos para conquistar a CNH com segurança e confiança.
Contamos com duas unidades estrategicamente localizadas na cidade, oferecendo estrutura completa para atender o aluno em todas as etapas do processo. Nosso diferencial está no atendimento humanizado, com suporte próximo, transparente e focado nas necessidades de cada aluno.
Nossa frota é moderna, equipada com carros com direção hidráulica e ar-condicionado, proporcionando mais conforto durante as aulas práticas. Além disso, contamos com instrutores altamente qualificados, comprometidos com um ensino claro, eficiente e responsável.
A Autoescola Garantia do Brasil também é reconhecida pela qualidade no atendimento, possuindo o selo do Reclame Aqui, que reforça nosso compromisso com a transparência, a confiança e a satisfação dos nossos alunos.
Reconhecida como líder em aprovação, a Garantia do Brasil une experiência, qualidade e compromisso para oferecer um aprendizado mais rápido, seguro e acessível.
Vídeos de negociações em vendas de veículos viralizam nas redes Divulgação Vídeos de negociações de carros financiados que viralizaram nas redes sociais reacenderam uma dúvida comum entre consumidores: afinal, quanto um financiamento realmente custa? Nos comentários dessas publicações, internautas questionam valores que vão muito além das parcelas anunciadas. Isso acontece porque, além dos juros, as operações de crédito têm o chamado Custo Efetivo Total (CET), que reúne tarifas, seguros e outros encargos e está presente em todas as modalidades de crédito — do financiamento de veículos e imóveis ao crédito consignado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entenda nesta reportagem o que é o CET, quais são os seus direitos como consumidor e como avaliar se um empréstimo vale a pena. O que é o Custo Efetivo Total (CET) O Custo Efetivo Total (CET) é a taxa que mostra o custo real de um empréstimo ou financiamento. Além dos juros, ele reúne todas as despesas envolvidas na operação, o que permite uma comparação mais precisa entre diferentes ofertas de crédito. Custo Efetivo Total (CET) Arte/g1 Veja o que entra no cálculo do CET: Juros: valor cobrado pelo banco para conceder o empréstimo — funciona como o “aluguel” do dinheiro ao longo do tempo. Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): tributo obrigatório cobrado pelo governo em operações de crédito, que aumenta o custo final da dívida. Tarifas: incluem cobranças como taxa de cadastro e outros serviços administrativos definidos pela instituição financeira. Seguros: como o seguro prestamista, que quita a dívida em caso de morte ou invalidez. Nem sempre são obrigatórios e devem ser autorizados pelo consumidor. Outros encargos: despesas adicionais da operação, que podem variar conforme o banco e o tipo de crédito. 🔎OOs juros são o principal componente do CET e, ao longo do tempo, concentram a maior parte do valor pago. Por isso, pequenas variações na taxa podem elevar significativamente o custo final da dívida. No crédito em geral, eles ficam entre 30% e 60% ao ano, mas no cartão — especialmente no rotativo — podem superar 400% ao ano, o que o torna uma das modalidades mais caras do mercado. Por determinação do Banco Central do Brasil (BC), bancos e instituições financeiras são obrigados a informar o CET antes da contratação, junto com uma planilha que detalha cada custo e seu peso no valor final da dívida. Esse demonstrativo também deve constar de forma clara no contrato. Como comparar o CET Na prática, o CET ajuda a revelar quanto o crédito realmente custa. Em um financiamento de R$ 1.000, por exemplo, com juros de 12% ao ano, a inclusão de taxas como cadastro e IOF pode elevar o custo total para cerca de 43,9% ao ano. Isso mostra que olhar apenas para a taxa de juros ou para o valor da parcela pode dar uma falsa impressão de que o empréstimo é barato, segundo especialistas consultados pelo g1. “Mesmo sem dominar matemática financeira, dá para usar uma regra simples: quanto eu pego hoje e quanto vou devolver no total”, afirma Marcos Crivelaro, professor de finanças da Fundação Vanzolini, da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, encargos como seguros e serviços adicionais muitas vezes passam despercebidos. “A pessoa acha que está pagando só juros, mas há vários custos embutidos que elevam o valor final”, diz. Relação com o endividamento O tema ganha ainda mais relevância em um cenário de endividamento elevado. Em março, 80,4% das famílias brasileiras tinham dívidas a vencer, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o maior nível da série histórica. Já a inadimplência — quando há contas em atraso — ficou em 29,6%, estável em relação a fevereiro, mas acima dos 28,6% registrados um ano antes. Mesmo com o início da queda da taxa Selic, os juros seguem altos, o que mantém o crédito caro e pressiona o orçamento das famílias. A alta dos combustíveis também encarece o custo de vida e tende a estimular o uso do crédito. Para Crivelaro, decisões tomadas sem pleno entendimento dos custos podem agravar a situação financeira. “No fim, o que importa é o total pago. Às vezes a parcela cabe no bolso, mas o valor final assusta”, afirma. Diante desse cenário, a recomendação é cautela. “Não é o momento de assumir novas dívidas, a não ser para substituir uma mais cara por outra mais barata — e, ainda assim, com análise cuidadosa”, diz. Quando os juros podem ser abusivos? Não existe um percentual fixo na lei que defina juros abusivos. Na prática, eles são considerados abusivos quando ficam muito acima da média de mercado ou quando há irregularidades no contrato. A legislação brasileira obriga a divulgação clara do CET em todas as etapas da contratação. Segundo Stefano Ribeiro Ferri, especialista em direito do consumidor, a transparência é essencial para evitar prejuízos. “O CET deve refletir o custo total da operação e aparecer de forma destacada tanto no contrato quanto na publicidade. O consumidor precisa saber exatamente quanto vai pagar”, afirma. De acordo com ele, a omissão de informações, a inclusão de serviços sem consentimento ou a chamada venda casada podem configurar práticas abusivas. “Se houver falta de transparência ou cobrança indevida, o consumidor pode buscar a revisão do contrato na Justiça. Em alguns casos, ele pode até ser anulado ou ajustado”, conclui.
Direitos do consumidor no financiamento de carros Vídeos que viralizaram nas redes sociais mostram sempre o mesmo roteiro: um vendedor de carros usados risca o papel com uma caneta. Do outro lado da mesa, o cliente ouve valores de entrada, prestações e prazos do financiamento. A negociação segue com ajustes de taxas, parcelas e descontos, até ser fechada com um aperto de mãos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Nos comentários dessas publicações, diversos internautas questionam a quantia paga pelos consumidores, que muitas vezes ultrapassa o valor do próprio veículo. “O carro ele paga os R$ 50 mil, mas esqueceu de avisar que os R$ 35 mil financiados viram mais de R$ 70 mil”, diz um comentário. “Cai quem quer, mas em nenhum momento ele fala que vai ficar 60 vezes de R$ 1.200, o que dá R$ 72 mil”, comenta outro. O formato dos vídeos chama atenção e, embora não necessariamente envolva irregularidades, especialistas alertam que esse tipo de negociação pode dificultar a compreensão dos clientes sobre o custo total do financiamento. Nesta reportagem, o g1 explica quais são as obrigações dos vendedores ao apresentar um financiamento, quais são os direitos do consumidor e como calcular o custo real de um empréstimo para evitar um mau negócio na compra de um carro usado. O g1 também ouviu Daniel Ribeiro, vendedor que aparece nos vídeos que viralizaram, para apresentar sua versão sobre as negociações. Navegue no menu abaixo: O que diz a lei Me senti enganado, posso recorrer? Cuidados na hora de financiar De olho nas parcelas — e nos juros também O que diz o vendedor Veja o checklist do carro usado O consumidor tem de ficar de olho para garantir seus direitos ao financiar um veículo Divulgação O que diz a lei “O consumidor tem direito à informação adequada e clara sobre todos os elementos relevantes da contratação, especialmente preço, encargos, juros, custo efetivo total e consequências econômicas do negócio”, explica Jefferson Leão, advogado da Poliszezuk Advogados. 🔎 O chamado custo efetivo total (CET) representa o valor real de um financiamento. Ele inclui juros, tarifas, impostos e quaisquer outras despesas da operação. (Entenda mais abaixo) Segundo Leão, omitir informações durante a negociação verbal e apresentá-las apenas no contrato, de forma a confundir o consumidor, é uma prática vedada pela lei. Assim, é necessário que todos os custos e informações estejam claros, tanto na conversa quanto na documentação. “Quando o vendedor destaca apenas as parcelas mensais ou vantagens aparentes, sem explicar o custo total do financiamento, há risco de violação do dever de transparência”, explica o advogado. Especialistas alertam que o vendedor também tem a obrigação de fornecer todas as informações sobre o veículo que está sendo vendido. “Caso o vendedor omita informações sobre o estado do veículo, as formas de pagamento, não cumpra o que foi ofertado ou descumpra os termos de garantia, isso fere as regras de proteção ao consumidor, que pode exigir o cumprimento da oferta ou o cancelamento da compra”, explica Joana D’Arc Pereira, assessora técnica do Procon-SP. A assessora também alerta para outra prática comum que fere o direito do consumidor: a venda casada. “É uma prática abusiva, por exemplo, a imposição de um seguro específico da loja”, alerta. Voltar ao início. É preciso somar todos os custos da prestação de um financiamento Cacá Trovó/EPTV Me senti enganado, posso recorrer? Sim. Segundo Arystóbulo Freitas, sócio da Arystóbulo Freitas Advogados, o consumidor pode entrar na Justiça para pedir a redução dos juros, dos encargos ou de qualquer acréscimo do contrato. Também é possível solicitar a ampliação do prazo de pagamento previsto no contrato original. “Em casos de abuso na venda do veículo — inclusive quando o financiamento apresenta valores diferentes dos acordados —, o consumidor pode pedir a revisão do contrato para adequá-lo à proposta apresentada pelo vendedor”, explica. O advogado alerta que o comprador deve guardar toda e qualquer anotação feita pelo vendedor durante a negociação — inclusive solicitando que o profissional entregue essas anotações. “O comprador também deve ler com atenção todas as condições da venda e do financiamento”, diz. A rescisão do contrato, com a restituição integral dos valores pagos, e a possibilidade de indenização por perdas e danos também podem ser reivindicadas, a depender do caso. “Não se pode descartar, ainda, a ocorrência de dano moral, sobretudo quando a prática envolve engano relevante ou comprometimento financeiro significativo do consumidor”, diz Leão, da Poliszezuk Advogados. De acordo com o especialista, o direito do consumidor “não exige prova de intenção dolosa” — ou seja, o cliente não precisa comprovar que o vendedor agiu de propósito para enganá-lo: se a forma como o negócio for apresentado puder confundir o consumidor, já pode ser considerada irregular. Segundo Leão, embora o direito brasileiro não proíba a persuasão comercial — estratégias usadas pelos vendedores para convencer o consumidor a comprar um produto ou serviço —, a lei exige que ela seja exercida com transparência, lealdade e boa-fé. “Sempre que esses limites são ultrapassados, especialmente em operações financeiramente complexas, pode haver responsabilização civil, revisão do contrato e indenização ao consumidor”, alerta Leão. Volte ao início. Descuidos na hora de financiar o carro podem virar dor de cabeça Divulgação Cuidados na hora de financiar Os especialistas consultados pelo g1 também alertam para os cuidados necessários para evitar financiamentos que possam comprometer o orçamento. Segundo Wanessa Guimarães, planejadora financeira CFP pela Planejar, a regra tradicional do mercado financeiro é comprometer, no máximo, 30% da renda líquida mensal com todas as dívidas. Isso significa considerar não apenas as prestações do financiamento do veículo, mas também outros parcelamentos, como cartão de crédito e empréstimos. “Para o financiamento do carro, isoladamente, o recomendável é não ultrapassar 15% da renda, já que o veículo traz custos adicionais inevitáveis, como seguro, IPVA, manutenção e combustível, que juntos podem representar outros 10% a 15% da renda”, explica. Veja algumas simulações: A planejadora também alerta que, embora uma entrada maior reduza o valor financiado e possa diminuir o total de juros pagos, gastar todas as economias ainda representa um risco. “Quem zera o colchão financeiro para dar uma entrada grande fica vulnerável. Qualquer imprevisto — como uma doença ou uma demissão — pode levar ao atraso das parcelas, gerando multa, juros de mora e até nome negativado”, alerta. Veja abaixo como o tamanho do pagamento inicial pode influenciar o financiamento. As simulações foram feitas por Guimarães e consideram dois diferentes valores de entrada para o financiamento de um carro de R$ 50 mil. infográfico com simulações de financiamento de veículo Arte / g1 Nesse cenário, o consumidor que consegue pagar R$ 25 mil (50%) de entrada, pode pagar R$ 11,3 mil a menos em juros e ter uma parcela 44% menos do que quem paga um valor inicial de R$ 5 mil (10%). Ou seja, o mesmo carro pode ter um custo total de R$ 75,4 mil ou de R$ 64,1 mil, a depender do valor pago na entrada. Voltar ao início. De olho nas parcelas — e nos juros também Outro ponto de atenção, alerta Guimarães, é o chamado Custo Efetivo Total (CET). Ele representa o valor real de um financiamento e é composto por: Taxa efetiva mensal de juros Taxa dos juros por atrasos Total de encargos previstos para o atraso no pagamento Montante das prestações Segundo Guimarães, uma diferença de apenas 0,6 ponto percentual na taxa de juros mensal pode representar mais de R$ 7,6 mil de impacto no bolso do consumidor. "Por isso, a pergunta certa ao banco não é ‘qual é a taxa?’, mas sim ‘qual é o CET?’”, aconselha. O documento também precisa trazer o prazo de validade da oferta — que deve ser, no mínimo, de dois dias —, e os dados do fornecedor, incluindo o nome, endereço físico e endereço eletrônico. ⚠️ Vale lembrar que o CET deve ser apresentado em toda operação de crédito, e não apenas no financiamento de veículos. Além disso, alerta a planejadora financeira CFP da Planejar Paula Bazzo, também é preciso atenção ao prazo de financiamento — que também influencia diretamente no montante de juros pago em um financiamento. Na prática, quanto maior é o prazo e o número de parcelas, maior tende a ser o valor pago em juros. “O prazo do financiamento costuma ser subestimado. Apesar de um período mais longo resultar em parcelas menores, a vantagem não é tão significativa”, diz Bazzo. Abaixo, veja simulações feitas por Guimarães e Bazzo, respectivamente, que mostram a diferença do valor pago ao ser considerada a taxa anunciada pelo vendedor e o CET e como a quantidade de parcelas pode impactar o montante pago em juros. infográfico com simulações de financiamento de veículo Arte / g1 infográfico com simulações de financiamento de veículo Arte / g1 Voltar ao início. O que diz o vendedor O g1 entrou em contato com o vendedor Daniel Ribeiro, que aparece com clientes nos vídeos que viralizaram, para apresentar sua versão sobre as negociações. O empresário tem uma loja em Curitiba e costuma produzir vídeos para as redes sociais. Questionado se informa o custo efetivo total (CET) aos compradores — um dos pontos levantados por internautas nos comentários de seus vídeos —, Ribeiro afirma que seus clientes recebem o documento do banco. "Eu não vendo dinheiro, eu vendo o carro. O banco imprime a CET, que lá tem todos os encargos: IOF, taxa, seguro prestamista, inclusão de gravame [registro de que o veículo foi dado como garantia em caso de não pagamento], alienação fiduciária [que garante que o banco é proprietário do carro até que a dívida seja quitada], mais a taxa aplicada, a quantidade de vezes. E o cliente assina essa CET de forma digital", diz. Ribeiro destaca ainda que o contrato é enviado junto ao carnê, de forma que os clientes podem "esmiuçar toda e qualquer dúvida" no documento. "Eu também costumo deixar claro qual é a taxa de juros que meu cliente está pagando, qual é a quantidade de vezes, e eu faço sempre a conta do valor final em todas as minhas negociações", acrescenta o vendedor. Questionado sobre as informações do CET não aparecerem nos vídeos, Ribeiro afirma que cada negociação é única. "Eu vendo uma média de 150 carros no mês. Tem cliente que tem essa dor, que quer saber esse questionamento; tem cliente que só quer saber se foi aprovado o financiamento; tem cliente que só quer saber se a parcela cabe no orçamento dele", diz. O vendedor reforça ainda que seu trabalho é “facilitar a jornada de compra” dos clientes e trazer clareza para a transação. "Ele [o cliente] tem que saber o valor que está financiando, o valor da taxa de juros, o valor da parcela, a quantidade de vezes. E isso é esmiuçado na negociação. Eu viro a tela do computador para todos os meus clientes. Esse é o meu formato de negociação há mais de cinco anos", acrescenta. Por fim, ao ser questionado se acredita que os consumidores concluem a negociação com pleno entendimento do CET e cientes de que os custos vão além das taxas bancárias, Ribeiro afirma que a compreensão final cabe ao consumidor. "Eu sou responsável por fazer a minha parte. A minha parte é esmiuçar isso, é trazer clareza para o cliente. Agora, se o cliente compreende, cabe a ele. Eu não sou professor deles, eu sou empresário, e cabe a mim trazer clareza e eu faço isso com toda certeza", conclui. Voltar ao início. Vai comprar um carro usado? Veja o checklist Além do valor pago no veículo, o consumidor também deve ter atenção a diversos outros fatores na hora de comprar um carro seminovo. Existem cuidados importantes que ajudam a reduzir as chances de levar um problema para casa. Veja, abaixo 15 orientações essenciais para quem está pensando em fechar negócio: Solicite o laudo cautelar: ao comprar o carro em lojas, peça um laudo cautelar. Esse documento serve para verificar a origem do veículo e identificar se há multas ou pendências que impeçam a venda. Avalie o estado dos pneus e do interior: observe se o desgaste dos pneus, bancos e volante é compatível com a quilometragem informada. Sinais de desgaste excessivo podem indicar adulteração. Confira a originalidade dos componentes: verifique se as numerações dos vidros, faróis, lanternas e demais peças são compatíveis entre si. Diferenças podem indicar substituições, que devem ser esclarecidas com o vendedor. Veja o funcionamento do ar-condicionado e de todos os vidros elétricos. Faça um teste de condução: sempre que possível, peça para dirigir o carro e avalie se o funcionamento está adequado. Peça o histórico de revisões: solicite informações sobre a última revisão, o que foi trocado e onde o serviço foi realizado, além do histórico completo de manutenções. Verifique a bateria: confira se a bateria é nova. Caso seja, pergunte o motivo da troca, pois pode haver algum problema elétrico sendo mascarado. Observe a carroceria: analise as bordas em busca de ferrugem ou sinais de pintura mascarando imperfeições. Avalie a pintura à luz do dia: observe o carro na luz do sol para identificar diferenças de tonalidade ou partes foscas, o que pode indicar repintura. Cheque os itens obrigatórios: verifique a presença de estepe, macaco e chave de roda. Se estiverem novos, questione o vendedor sobre o motivo. Inspecione os cintos de segurança: observe a integridade dos cintos, já que em alguns casos eles precisam ser substituídos após colisões. Leve a um mecânico de confiança: se possível, peça para um mecânico avaliar o carro ou leve o veículo até um profissional antes de fechar o negócio. Atenção à garantia legal: ao comprar em uma loja de seminovos, há garantia para vícios ou defeitos ocultos que apareçam no prazo de três meses. Confira o óleo do motor: Ele precisa estar límpido e dentro do nível especificado pelo fabricante Verifique borrachas de portas e vedações: Umidade que invade a cabine pode danificar estofamento.
Volkswagen Sedan "Zwitter" 1953 que vai a leilão pelo Museu CARDE de Campos do Jordão (SP) Divulgação / Museu CARDE Consumidores e colecionadores aficionados por automóveis raros terão a oportunidade de arrematar veículos no próximo leilão do Museu de Arte & Design. O leilão beneficente acontece em 2 de maio e reúne 45 automóveis raros, como o icônico cupê esportivo Lotus Esprit, um Chrysler Imperial de 1954, um Rolls-Royce Silver Cloud II e um Zwitter — versão rara do Fusca que já conta com lances a partir de R$ 230 mil. (Veja mais abaixo) Os interessados já podem se cadastrar no site do escritório de arte Magalhães Gouveia, fazer lances e até garantir a compra sem precisar disputar com outros participantes. A modalidade, chamada de Buy It Now (compre agora, em inglês), permite pagar o preço fixo indicado no anúncio e retirar o carro do pregão. Mas atenção: o Buy It Now vai até 21 de abril. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “Queremos dar um parâmetro mais real aos preços dos carros antigos no Brasil. Existem muitos anúncios com valores exorbitantes. Com o leilão, temos um dado real de venda e uma referência de preço para o mercado”, explica Luiz Goshima, curador do CARDE. Não é só um Fusquinha Galerias Relacionadas O Volkswagen Fusca foi um dos modelos mais vendidos da história e, ainda assim, suas versões raras são cobiçadas. O Sedan 1200 é chamado de “Zwitter”, termo que, em tradução livre, significa “híbrido”. Nesse caso, no entanto, o Fusca não tem propulsão elétrica. O apelido de “híbrido” vem da combinação de elementos de diferentes versões, como a transição da janela traseira bipartida para a janela oval. O modelo foi produzido em poucas unidades entre o fim de 1952 e o começo de 1953. A estimativa é de que o carro raro da Volkswagen seja arrematado por R$ 570 mil. Até a última atualização desta reportagem, os lances já haviam alcançado R$ 230 mil. Veja outras joias que estão no leilão: Galerias Relacionadas
Placas do Mercosul Reprodução Desde 2014, países que fazem parte do Mercosul podem adotar a placa veicular padronizada. Os quatro membros plenos do bloco utilizam as identificações em veículos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A Venezuela está temporariamente suspensa e a Bolívia, que está em processo de integração ao bloco, ainda não implantou as placas padronizadas. Cada um dos quatro países implantou o modelo em momentos diferentes. O primeiro deles foi o Uruguai, ainda em 2015. Em seguida, veio a Argentina, em 2016. O Brasil só começou a implementar o padrão em 2018. O último a passar a usar as novas placas foi o Paraguai, padronizando o modelo a partir de 2024. As variações são poucas, e acontecem mais no padrão de ordem de letras e números. Todas têm a identificação do Mercosul, além do o nome e a bandeira do país acima, sem identificação de estado ou cidade, como propõe o projeto brasileiro (veja mais abaixo). LEIA TAMBÉM: Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil Como são as placas em cada um dos países? BRASIL Placa padrão Mercosul adotada no Brasil André Paixão/G1 No Brasil, as placas do Mercosul começaram a ser implementadas em 1º de dezembro de 2018 para início obrigatório em veículos novos e casos de mudança de domicílio. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a implantar o modelo. No início, a placa tinha a bandeira do estado e o brasão do município no qual o veículo estava registrado. Mas na época, o Ministério das Cidades, durante o governo Temer, decidiu retirar esses marcadores com o objetivo de reduzir custos para o proprietário do veiculo. Por aqui, a placa tem fundo branco, faixa azul, o nome Brasil com a bandeira ao lado direito. Também é obrigatório o emblema do Mercosul, um QR Code que serve para garantir a autenticidade, rastreabilidade e segurança do veículo, funcionando com uma espécie de "impressão digital eletrônica". A placa possui uma sequência três letras, um número, outra letra e mais dois números, no formato ABC 1D23. As cores dos caracteres variam a depender da categoria: preta (veículo particular), vermelha (comercial/aluguel), azul (oficial), verde (especial/teste), dourada (Diplomático) e cinza/prata (coleção/antigo). URUGUAI Placa do Mercosul no Uruguai Prefeitura de Montevidéo A implementação começou em março de 2015 para veículos que começassem a ser emplacados. No primeiro país do bloco a mudar suas placas veiculares, o modelo possui o mesmo padrão de faixa azul superior, com o nome do país no meio, o símbolo do Mercosul à esquerda e a bandeira do país à direita, além do QR Code para acesso de informações sobre o veículo. A diferença para a brasileira é a sequência de letras e números. São três letras e quatro números para particulares e variantes por categoria, no formato ABC 1234. ARGENTINA Placa do Mercosul na Argentina Presidência da Argentina A placa argentina segue o mesmo padrão visual do bloco — fundo branco, faixa azul com nome do país centralizado, bandeira à direita e emblema à esquerda. O QR Code para acesso de informações sobre o veículo também está presente. O que a diferencia é a sequência alfanumérica: duas letras, quatro números e mais duas letras, no formato AB 123 CD, escolha feita para evitar a formação de palavras. PARAGUAI Placa do Mercosul no Paraguai Corte Suprema de Justicia O Paraguai também adota o padrão visual comum: fundo branco, faixa azul superior com emblema do bloco no lado esquerdo e a bandeira do país no lado direito com o nome Paraguay centralizado acrescentando um QR Code para consulta de informações do veículo. Na combinação alfanumérica, o país usa ABCD 123 para automóveis e inverte a ordem — 123 ABCD — para motocicletas. Qual é o projeto de mudança no Brasil? Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A matéria foi aprovada na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. ➡️ O que mudaria: Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados