De acordo com a nova lei de 2026, a adição da categoria A (moto) exige duas aulas práticas, exame prático do Detran e a realização do exame médico, conforme a legislação vigente.
A Autoescola Garantia do Brasil já está ajustada à nova lei e ao programa CNH do Brasil, oferecendo suporte em todas as etapas do processo.
Categoria - B (Carro)
Para a adição da categoria B (carro), o processo segue a nova legislação de 2026, com duas aulas práticas, exame prático do Detran e exame médico obrigatório.
A Garantia do Brasil atua conforme o programa CNH do Brasil, garantindo orientação completa até a aprovação.
1ª Habilitação – É a emissão da primeira carteira nacional de habilitação dos candidatos considerados aptos nos exames médico e psicológico, teórico e prático, para conduzir veiculo automático ou elétrico, do domicilio ou residência do candidato, devendo o condutor, ser penalmente imputável, saber ler e escrever e possuir carteira de identidade ou
Adição de Categoria A (Moto)
Adição da Categoria A - De acordo com a nova lei de 2026, a adição da categoria A (moto) exige duas aulas práticas, exame prático do Detran e a realização do exame médico, conforme a legislação vigente. A Autoescola Garantia do Brasil já está ajustada à nova lei e ao programa CNH do Brasil, oferecendo suporte em todas as etapas do processo.
Com mais de 30 anos de atuação em Sorocaba, a Autoescola Garantia do Brasil é referência na formação de condutores, já tendo preparado milhares de alunos para conquistar a CNH com segurança e confiança.
Contamos com duas unidades estrategicamente localizadas na cidade, oferecendo estrutura completa para atender o aluno em todas as etapas do processo. Nosso diferencial está no atendimento humanizado, com suporte próximo, transparente e focado nas necessidades de cada aluno.
Nossa frota é moderna, equipada com carros com direção hidráulica e ar-condicionado, proporcionando mais conforto durante as aulas práticas. Além disso, contamos com instrutores altamente qualificados, comprometidos com um ensino claro, eficiente e responsável.
A Autoescola Garantia do Brasil também é reconhecida pela qualidade no atendimento, possuindo o selo do Reclame Aqui, que reforça nosso compromisso com a transparência, a confiança e a satisfação dos nossos alunos.
Reconhecida como líder em aprovação, a Garantia do Brasil une experiência, qualidade e compromisso para oferecer um aprendizado mais rápido, seguro e acessível.
Tesla Cybertruck Fabio Tito | g1 A Tesla não vende carros no Brasil. Ainda assim, é possível ver modelos da marca circulando pelo país, como a picape Cybertruck, que se envolveu em um acidente nesta semana, em São Paulo. A chegada desses veículos ocorre por meio da importação independente, que permite que pessoas e empresas tragam carros ao Brasil sem depender das fabricantes. No entanto, é preciso atenção às condições e às exigências da legislação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O programa Mover estabelece as regras para a importação de carros no Brasil. Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem realizar a operação desde que seja caracterizado para uso próprio, e há empresas especializadas em prestar consultoria nesses trâmites. A burocracia é extensa, e o valor dos tributos pode assustar. Como exemplo, veja alguns dos passos abaixo. Depois de escolher o veículo, é preciso verificar se ele se enquadra no critério de “novo”. O carro não pode ter quilometragem alta. A lei não determina um limite, mas, na prática, cerca de 300 km é o valor aceito pela alfândega. Em alguns países, o carro é emplacado ainda na fábrica, o que pode dificultar o processo. Em seguida, é necessário apresentar documentos que comprovam a compatibilidade renda do CPF com a compra. No caso do processo passar pelos dados do cliente final. O Ibama também deve ser consultado para emitir a Licença de Importação. Se o veículo não atender às regras de emissões e ruído, pode ser barrado nessa etapa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 E a burocracia não termina aí, pois o Denatran também participa do processo. O órgão precisa emitir o Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT), que atesta que o veículo está de acordo com as normas brasileiras. “Ainda não tivemos nenhum carro barrado por não atender às exigências do Ibama ou do Denatran”, explica Natel Valério, diretor comercial da Direct Imports. “São muitas etapas e documentos. Por isso, os clientes buscam nossa assessoria e, muitas vezes, optam por fazer a operação pela nossa empresa. Isso agiliza a conclusão da compra”, diz Valério. Depois disso, ainda é necessário registrar a Declaração de Importação no Sistema de Comércio Exterior. O sistema é ligado à Receita Federal e reúne informações sobre processos de exportação e importação. “Com carros zero quilômetro, não tivemos problemas de homologação para a legislação brasileira”, explica Jair De Paula Machado Júnior, sócio de uma empresa de assessoria aduaneira. “Os carros a diesel é que demandam mais atenção. Eles precisam atender à legislação mais recente de emissões. Caso contrário, o Ibama poderia barrar”, diz De Paula. Impostos, muitos impostos Se o carro estiver pronto no país de origem, todo esse processo pode demorar até 90 dias. Além da extensa documentação, importar um carro de forma independente envolve diversas taxas. Também há o custo de transporte: embarque no país de origem, envio em navio cargueiro e desembarque no Brasil. “Para um veículo de US$ 100 mil, as taxas de aduana e transporte podem, somadas, ficar entre R$ 80 mil e R$ 120 mil”, explica Valério. É comum que o preço do veículo praticamente dobre ao somar Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), ICMS, taxas aduaneiras e custos de documentação. “Vendemos uma Tesla Cybertruck em outubro de 2025 por cerca de R$ 900 mil”, conta Valério. Nos EUA, a marca vende o modelo na versão topo de linha por US$ 115 mil (cerca de R$ 600 mil). Com a documentação regularizada, o veículo segue para registro e emplacamento no Detran, como ocorre com qualquer outro carro. Manutenção e garantia A dor de cabeça pode não terminar com o emplacamento. Um modelo trazido de forma independente não é necessariamente coberto pelas garantias oferecidas pela fabricante no Brasil. 🔎 Por exemplo: a Honda não é obrigada a oferecer garantia nem fornecer peças ou manutenção para modelos da Acura no país, mesmo sendo proprietária da marca. Isso também vale para modelos vendidos oficialmente no Brasil. Se alguém importar um Mustang com motor 2.3 turbo, a Ford não é obrigada a prestar atendimento de garantia como faria com um Mustang GT comercializado pela própria marca no país. Portanto, quem compra um importado independente precisa ter em mente que peças e manutenção tendem a ser mais caras. “Nós também ajudamos nossos clientes nos trâmites para importar peças para a manutenção desses veículos”, diz Valério. O diretor comercial conta que os proprietários geralmente procuram oficinas especializadas e providenciam as peças. “Em até 30 dias, é possível que o componente chegue ao Brasil”, explica. Além disso, esses carros não foram desenvolvidos especificamente para rodar com o combustível brasileiro. Embora atendam às exigências do Ibama, componentes de alta tecnologia podem ser afetados pelo combustível brasileiro, que contém cerca de 30% de etanol. A maior concentração de etanol é mais corrosiva e exige adaptações por parte das montadoras. Por fim, os ajustes de suspensão não são pensados para encarar o piso lunar do Brasil. Vale a pena importar por conta própria? Alguns clientes optam pela importação independente para realizar uma extravagância: ter na garagem um carro que quase ninguém tem. Os valores, prazos e condições normalmente não são vantajosos para modelos mais acessíveis. Por isso, é comum que marcas de luxo, como Cadillac, Tesla e Hummer, estejam entre as mais procuradas. Cadillac Escalade Divulgação “Já tivemos vários clientes procurando por Cadillac Escalade”, conta De Paula. O assessor acrescenta que há clientes que trazem desde versões customizadas do Mercedes-Benz Classe S até picapes como a Toyota Tundra. Esses são alguns exemplos de clientes que buscam configurações e opcionais não oferecidos no Brasil. Assim, é possível encontrar modelos importados nesse regime, mesmo quando as marcas têm operação no país. Esses veículos passam pelo mesmo processo e não ficam sob responsabilidade das fabricantes, mesmo que as marcas tenham operação no país.
Kombi de Neymar divulgação/Império das Kombis Filomena foi a convidada mais comentada do aniversário de Neymar. Esse é o nome da Volkswagen Kombi que Neymar Pai presenteou ao filho por seus 34 anos. O modelo tem pintura personalizada, rodas esportivas, televisão de 43 polegadas, sistema com CarPlay, tapeçaria sob medida e outros detalhes exclusivos. Dayane Vieira é sócia-proprietária da Império das Kombis, empresa responsável pelo projeto. Ela conta que a relação com a família Neymar começou nos primeiros meses de 2025. “O Neymar Pai começou a seguir nosso Instagram e dissemos que gostaríamos de fazer um projeto juntos”, afirma a empresária. Segundo ela, o pai de Neymar disse que a oportunidade surgiria assim que a família resolvesse a chegada ao Brasil. “Os meses passaram e ele continuava interagindo nas nossas redes. Até que publicamos uma Kombi em setembro e ele nos ligou”, diz Dayane. O que se seguiu foi uma conversa que avançou madrugada adentro para alinhar os detalhes. Na manhã seguinte, o contrato da Filomena estava assinado. Kombi personalizada de Neymar divulgação/Império das Kombis Projeto em tempo recorde A empresa estabelece prazo de 10 meses para concluir um projeto completo de customização. “Para entregar a tempo do aniversário, criamos um turno extra de trabalho e concluímos em quatro meses”, conta. Em 2025, a oficina entregou 28 Kombis customizadas, e a agenda deste ano já está cheia. “Só temos mais duas vagas até dezembro. O que chegar depois será entregue no começo de 2027.” Neymar Pai fez alguns pedidos, mas deixou outros detalhes por conta de Dayane e da equipe. “Ele pediu o azul Danúbio, original da Volkswagen, pois é a mesma cor da Kombi que tinha quando levava o Neymar Jr. ainda criança aos treinos. Já na cabine, solicitou apenas que seguíssemos a mesma lógica de combinações”, explica. O projeto foi acompanhado à distância por meio de fotos e vídeos. Neymar recebe sua Kombi personalizada divulgação/Império das Kombis VW Kombi com cara de 2026 Além da pintura impecável, a Kombi 2012 passou por uma revisão mecânica completa. “Revisamos e trocamos tudo o que era necessário em suspensão, freios, direção e parte elétrica”, diz a empresária. O motor 1.4 flex com refrigeração a água foi desmontado e revisado. Segundo dados da fabricante, o modelo entrega, com etanol, 80 cv e torque de 12,7 kgfm. A aceleração até 100 km/h leva 16,1 segundos, e a velocidade máxima é de 130 km/h. Por dentro, há teto solar, acabamento em couro com os nomes da família bordados, volante especial, TV de 43 polegadas e sistema de som com CarPlay. “O som ficou tão potente que, na festa do Neymar, deixaram a Kombi tocando as músicas”, comemora a empresária. A cabine também recebeu consoles e porta-copos de outros modelos para melhorar o conforto a bordo. Construção da Kombi do Neymar divulgação/Império das Kombis Existem Kombis mais caras Apesar de todos os itens e da rapidez na entrega, esse não foi o projeto mais caro da oficina. As Kombis produzidas no Brasil entre 1957 e 1975 são muito valorizadas por colecionadores. Elas são apelidadas de “corujinha” por causa do para-brisa dividido ao meio e do “V” na dianteira. “Para restaurar uma Kombi dessas, o valor gira em torno de R$ 350 mil”, conta Dayane. O preço se justifica pela raridade e pela demanda em outros mercados pela “corujinha”. A empresa já enviou Kombis customizadas para vários países, com pagamentos em dólar e euro. “Já exportamos para Estados Unidos, Bélgica, Alemanha, França e Itália”, diz a empresária. Esse movimento ocorre porque o Brasil ainda tem oferta de Kombis e mão de obra especializada para restaurar e personalizar veículos destinados ao exterior. Volkswagen Kombi "Corujinha" ao lado do ID.Buzz Divulgação
Chevrolet Sonic chega no segundo trimestre de 2026 Divulgação/Chevrolet A Chevrolet anunciou nesta quinta-feira (12) que seu novo SUV subcompacto Sonic será lançado no segundo trimestre de 2026. A marca retoma o nome usado anteriormente em um hatch, mas para seu esperado "SUV do Onix". O Chevrolet Sonic é um SUV que deve apostar em um design mais fluido, com estilo cupê. As poucas imagens divulgadas pela Chevrolet mostram que o caimento do teto na parte traseira é mais acentuado, em uma proposta parecida com a de concorrentes como o Volkswagen Tera. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Além disso, o modelo deve aproveitar alguns componentes da carroceria do Onix, como as portas. Essa estratégia acelera o desenvolvimento e reduz os custos de produção. A Volkswagen adotou solução semelhante no Nivus, que utiliza partes do Polo, assim como a Fiat no Pulse, que compartilha peças da carroceria com o Argo. Por isso, o Sonic deve ter cerca de 4,20 metros de comprimento e entre-eixos em torno de 2,60 metros, porte parecido com o Volkswagen Tera e do Renault Kardian. O motor será 1.0 turbo, mas ainda não foi confirmado se terá injeção direta, como no Tracker, ou multiponto, como no Onix. A potência estimada é de 115 cv, com torque em torno de 17 kgfm. O veículo será produzido na fábrica de Gravataí (RS), uma das cinco unidades da Chevrolet no Brasil. A planta gaúcha hoje concentra a produção do Onix, nas versões hatch e sedã, e passa a integrar a estratégia da montadora de ampliar o portfólio de SUVs no país. A unidade de Gravataí passa por uma modernização para iniciar a produção do Sonic. A fabricação em massa e o lançamento do SUV estão previstos para 2026, resultado de um investimento de R$ 1,2 bilhão anunciado pela GM em 2024. A fábrica do Rio Grande do Sul já produziu mais de 3 milhões de unidades do Onix, que se tornou o modelo mais fabricado pela marca no país, superando Chevrolet Corsa. Novidade era esperada Fabio Rua confirma que Chevrolet terá SUV para brigar com VW Tera e Fiat Pulse Em entrevista ao g1 em março, o vice-presidente da General Motors Brasil, Fabio Rua, havia revelado que esse seria um dos mais importantes movimentos da montadora: a entrada na disputa entre os SUVs de entrada, um dos segmentos que mais cresce em vendas no país. A briga entre SUVs compactos, com preços a partir dos R$ 100 mil, é das mais acirradas do mercado. Foram lançados do zero Volkswagen Tera, Nissan Kait, Renault Kardian e Citroën Basalt, que disputam com Fiat Pulse. “O investimento de R$ 1,2 bilhão que anunciamos para nossa planta de Gravataí (RS) será destinado à produção de um veículo em uma categoria na qual ainda não atuamos, e que será revelado este ano”, afirmou o executivo à época. Chevrolet Sonic já existiu e foi descontinuado Sonic hatch e sedã estreiam design inovador no Brasil Divulgação O nome Sonic não é novidade no Brasil. A Chevrolet lançou, em 2012, um hatch com esse nome, mas o compacto fez pouco sucesso por aqui. Posicionado acima do Onix, o Sonic era o único da linha a usar motor Ecotec 1.6 de 16 válvulas, com 120 cavalos. Isso fazia com que a manutenção tivesse custos diferentes dos demais modelos 1.0 e 1.4 da General Motors. Além disso, o carro, nas versões hatch e sedã, sempre foi importado: primeiro da Coreia do Sul e depois do México. Ele compartilha a plataforma com o já aposentado Cobalt e com a Spin, que segue no portfólio da Chevrolet. A construção do Sonic e a experiência ao volante eram boas, mas, para muitos clientes, o Onix entregava sensações parecidas por um preço mais baixo. Por isso, o modelo foi vendido por apenas dois anos no Brasil. Hoje, o compacto pode ser uma boa opção no mercado de seminovos, mas o fato de ter peças importadas afasta quem não quer correr riscos. Se no motor o hatch empolgava, no porta-malas deixava a desejar: eram apenas 265 litros. Na versão sedã, acomodava mais bagagem, com 477 litros. Em segurança, o Sonic se destacava por oferecer dois airbags e ABS desde as versões mais simples. Era possível comprar o hatch ou o sedã com câmbio automático ou manual.
CNT lança Guia Viagem Segura 2026 A Confederação Nacional do Transporte (CNT) lançou nesta segunda-feira (9) o Guia Viagem Segura 2026 (acesse aqui) para orientar motoristas que vão pegar a estrada. Com a proximidade do carnaval, a entidade chama atenção para o calendário de 2026, que será marcado por uma sequência de feriados prolongados. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O guia traz ainda uma pesquisa que mostra que mais de 60% da malha rodoviária apresenta algum tipo de problema, como pavimento danificado, sinalização insuficiente e trechos considerados críticos, o que aumenta o risco de acidentes. O documento destaca a importância do planejamento da viagem, da escolha de rotas mais seguras, da manutenção preventiva do veículo e da prática da direção defensiva. O levantamento aponta um cenário preocupante: em 2025, as rodovias federais registraram 72.476 acidentes, com 6.040 mortes e mais de 83 mil feridos — uma média de 198 ocorrências e 17 óbitos por dia. As colisões foram o tipo de acidente mais comum, e a principal causa de mortes continuou sendo o tráfego na contramão. “Conhecer antecipadamente o trajeto, incluindo as condições do pavimento e a sinalização disponível, é essencial para reduzir riscos e tornar a viagem mais segura”, informou a CNT. Veja recomendações da CNT para uma viagem segura: BR-277 Divulgação Antes de iniciar a viagem Documentação: certificar-se de que os documentos do veículo estão em dia e que a CNH está dentro da validade. Condutores das categorias C, D e E devem verificar se o exame toxicológico está vigente; Inspeção mecânica: avaliar itens essenciais como o funcionamento dos freios, as condições e calibragem dos pneus, o sistema de arrefecimento, os níveis de óleo, e os sistemas de suspensão e direção; Sistema de iluminação: conferir faróis, lanternas, setas, luzes de freio e de ré; Veículos Elétricos/Híbridos: avaliar cabos, baterias de tração e planejar a rota considerando a localização de pontos de recarga; Planejamento de rota: pesquisar as condições das rodovias para priorizar trechos em melhor estado e identificar antecipadamente pontos de parada para descanso e abastecimento. Durante o percurso Respeito às regras e sinalização: seguir rigorosamente os limites de velocidade e a sinalização vertical e horizontal; Ultrapassagens Seguras: realizar ultrapassagens apenas em condições de máxima segurança, sempre pela esquerda, e exclusivamente onde a sinalização permitir (faixas seccionadas). O tráfego na contramão é apontado como a principal causa de mortes; Atenção constante: manter foco total na via, abstendo-se do uso de celular, fones de ouvido, ou de comer e fumar enquanto dirige para evitar distrações. A ausência de reação do condutor é a causa mais recorrente de acidentes; Descanso: respeitar os períodos de repouso, parando em locais seguros (como os Pontos de Parada e Descanso - PPD) sempre que houver sinais de cansaço ou sonolência; Capacidade de carga: não trafegar com excesso de peso, o que amplia as chances de tombamentos e saídas de pista. Além do Guia Viagem Segura 2026 (acesse aqui), a entidade oferece ferramentas como o Painel CNT de Acidentes Rodoviários (veja aqui), que permite avaliar as condições das estradas, identificar pontos perigosos e apontar os melhores trajetos com base em critérios de segurança e conservação. Veja os vídeos que estão em alta no g1